Salários em Ipojuca - PE
A média salarial em Ipojuca é de R$ 2.371, mas o valor do meio é R$ 1.740 — ou seja, a maioria é contratada perto do piso e a média sobe por causa de poucos salários altos.
- Salário do meio
- R$ 1.740
- metade ganhou mais, metade menos
- Salário médio
- R$ 2.371
- a média de todas as contratações
- Homens e mulheres
- R$ 1.814 · R$ 1.723
- salário do meio de cada um
- Idade média
- 34,2 anos
- de quem foi contratado
- Jornada média
- 42,9h
- por semana
- Contratações
- 23.051
- no período medido
Os valores são o salário registrado em carteira. Não incluem comissão, bônus, PLR, hora extra, adicionais (noturno, periculosidade, insalubridade) nem benefícios como vale e plano de saúde — em profissões que ganham por comissão, o total recebido pode ser bem maior.
Tabela de salários
Nenhuma profissão desta lista casa com o que você digitou. Buscar em todas as profissões
- Catador de material reciclávelR$ 1.652Todo mundo foi contratado pelo mesmo salário — pode ser uma empresa só contratando muita gente de uma vez, e não o que a cidade costuma pagar.
- CompradorR$ 4.815
- Desenhista projetista de construção civilR$ 12.985
- EstoquistaR$ 1.800
- Gerente de restauranteR$ 3.035
- Operador de transporte multimodalR$ 2.602Todo mundo foi contratado pelo mesmo salário — pode ser uma empresa só contratando muita gente de uma vez, e não o que a cidade costuma pagar.
- Pintor de obrasR$ 2.310Todo mundo foi contratado pelo mesmo salário — pode ser uma empresa só contratando muita gente de uma vez, e não o que a cidade costuma pagar.
- PorteiroR$ 1.747
- Salva-vidasR$ 2.243
- SinaleiroR$ 1.731
O salário mostrado é o do meio: metade ganhou mais, metade ganhou menos. Toque na profissão para ver os detalhes. A marca pouco quer dizer que menos de 30 pessoas foram contratadas naquela profissão no período: o valor serve como ideia geral, mas pode mudar bastante. O campo acima filtra as profissões desta página; para procurar em todas, use a busca de profissões.
Profissões em alta e em queda
Comparando quantas pessoas foram contratadas e quantas saíram de cada profissão entre julho de 2025 a junho de 2026.
Contratando mais do que perdendo
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Auxiliar nos serviços de alimentação+252
1145 contratados, 893 saíram · cresceu em 10 de 12 meses
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Faxineiro+165
885 contratados, 720 saíram · cresceu em 11 de 12 meses
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Vendedor de comércio varejista+156
682 contratados, 526 saíram · cresceu em 9 de 12 meses
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Cumim+151
581 contratados, 430 saíram · cresceu em 7 de 12 meses
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Eletricista de instalações+151
291 contratados, 140 saíram · cresceu em 6 de 12 meses
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Atendente de lojas e mercados+141
597 contratados, 456 saíram · cresceu em 7 de 12 meses
Perdendo mais do que contratando
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Pedreiro-369
613 contratados, 982 saíram · cresceu em 2 de 12 meses
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Servente de obras-242
1932 contratados, 2174 saíram · cresceu em 4 de 12 meses
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Carpinteiro de obras-163
97 contratados, 260 saíram · cresceu em 4 de 12 meses
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Encanador-106
36 contratados, 142 saíram · cresceu em 1 de 12 meses
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Pintor de obras-105
100 contratados, 205 saíram · cresceu em 4 de 12 meses
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Cozinheiro geral-85
454 contratados, 539 saíram · cresceu em 5 de 12 meses
Saldo alto não quer dizer muitas vagas, e vaga que aparece toda hora não quer dizer profissão em crescimento: uma profissão pode contratar muito e perder ainda mais gente — é rotatividade, não demanda.
Ver a lista completa de profissões em altaMovimentação do emprego
Quantas pessoas foram contratadas e quantas saíram de um emprego na cidade entre julho de 2025 a junho de 2026, somando todas as profissões.
Contratações
23.051
Saídas
21.282
Diferença
+1.769
mais entradas que saídas
Esta diferença vale para o período acima. Um período diferente pode dar um resultado diferente — um único mês forte muda o sinal da conta — então ela não mede se a cidade está crescendo ou encolhendo.
Salário por escolaridade
Quanto ganha quem foi contratado, por nível de estudo.
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Sem escolaridade 1,4%R$ 1.738
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Fundamental incompleto (até o 5º ano) 6,8%R$ 1.850
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Até o 5º ano 1,1%R$ 1.803
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Do 6º ao 9º ano 3,6%R$ 1.747
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Fundamental completo 4,3%R$ 1.738
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Médio incompleto 4,9%R$ 1.738
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Médio completo 71%R$ 1.738
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Superior incompleto 1,6%R$ 2.200
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Superior completo 4,4%R$ 3.592
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Pós-graduação 0,8%R$ 5.700
Em muitas cidades o salário de entrada é praticamente o mesmo até o ensino médio — quem muda a faixa é o ensino superior completo.
Salário por setor
Onde as empresas contrataram, e quanto cada setor pagou.
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Hotéis, bares e restaurantes 29%R$ 1.747
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Construção 24%R$ 2.310
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Indústria 16%R$ 2.169
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Comércio e oficinas 14%R$ 1.700
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Serviços para empresas 7,4%R$ 1.722
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Transporte e entregas 4,1%R$ 2.396
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Escritórios técnicos e consultorias 1,0%R$ 1.621
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Imobiliárias 0,9%R$ 1.814
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Outros serviços 0,6%R$ 1.621
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Agricultura e pecuária 0,4%R$ 1.541
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Educação 0,4%R$ 1.621
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Tecnologia e comunicação 0,4%R$ 1.621
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Saúde e assistência social 0,2%R$ 1.621
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Água e saneamento 0,2%R$ 1.652
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Cultura, esporte e lazer 0,2%R$ 1.621
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Mineração 0,2%R$ 1.624
O setor que mais contrata não é o que melhor paga — vale comparar as duas colunas.
Quem é contratado — idade
Faixa de idade de quem foi contratado na cidade.
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14-17 anos 0,6%R$ 811
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18-24 anos 25%R$ 1.700
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25-29 anos 14%R$ 1.738
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30-39 anos 27%R$ 1.813
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40-49 anos 22%R$ 2.000
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50-59 anos 9,0%R$ 2.310
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60 anos ou mais 1,7%R$ 2.310
Quem é contratado — homens e mulheres
Proporção das contratações e o salário do meio de cada um.
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Homens 70%R$ 1.814
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Mulheres 30%R$ 1.723
Estes são salários de entrada, e a maioria das contratações sai perto do piso — o que aproxima os dois valores. A diferença ao longo da carreira, com promoções e tempo de casa, não aparece neste dado.
Por que a vaga abriu
Motivo da saída de quem deixou o emprego na cidade.
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A empresa demitiu (sem justa causa) 58%12255
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A pessoa pediu para sair 22%4758
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Acabou o contrato temporário 17%3522
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A empresa demitiu por justa causa 2,7%578
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Acordo entre as duas partes 0,5%106
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Falecimento 0,2%49
Boa parte das vagas abre porque a própria pessoa pediu para sair, não por demissão.
As informações de escolaridade, setor, idade, movimentação e motivo de saída consideram julho de 2025 a junho de 2026 — um período maior que o da tabela de salários, para dar número suficiente em cidades menores.
De onde vêm estes valores
São os salários que as empresas registraram ao contratar, informados ao Ministério do Trabalho e Emprego entre de 1 a de 2. Não é pesquisa nem estimativa: é o que consta na carteira de quem foi contratado. Os dados vêm dos microdados do Novo CAGED, publicados pelo governo federal.
O valor em destaque é o do meio: metade das pessoas foi contratada ganhando mais que ele, metade ganhando menos. Preferimos ele à média, porque poucos salários altos puxariam a média para cima e passariam uma ideia errada.
O salário depende da empresa, da experiência e do que o trabalho exige — estes valores servem para você ter uma referência, não para garantir quanto vai receber.