Salários em Brasília - DF
A média salarial em Brasília é de R$ 2.463, mas o valor do meio é R$ 1.750 — ou seja, a maioria é contratada perto do piso e a média sobe por causa de poucos salários altos.
- Salário do meio
- R$ 1.750
- metade ganhou mais, metade menos
- Salário médio
- R$ 2.463
- a média de todas as contratações
- Homens e mulheres
- R$ 1.751 · R$ 1.729
- salário do meio de cada um
- Idade média
- 32,4 anos
- de quem foi contratado
- Jornada média
- 41,6h
- por semana
- Contratações
- 495.189
- no período medido
Os valores são o salário registrado em carteira. Não incluem comissão, bônus, PLR, hora extra, adicionais (noturno, periculosidade, insalubridade) nem benefícios como vale e plano de saúde — em profissões que ganham por comissão, o total recebido pode ser bem maior.
Tabela de salários
Nenhuma profissão desta lista casa com o que você digitou. Buscar em todas as profissões
- Desenhista técnicoR$ 2.309
- DocumentalistaR$ 5.723
- JornalistaR$ 5.245
- Revisor de textoR$ 6.588
- Supervisor de operação de fluidosR$ 3.543Todo mundo foi contratado pelo mesmo salário — pode ser uma empresa só contratando muita gente de uma vez, e não o que a cidade costuma pagar.
- Técnico de manutenção de sistemas e instrumentosR$ 1.878
O salário mostrado é o do meio: metade ganhou mais, metade ganhou menos. Toque na profissão para ver os detalhes. A marca pouco quer dizer que menos de 30 pessoas foram contratadas naquela profissão no período: o valor serve como ideia geral, mas pode mudar bastante. O campo acima filtra as profissões desta página; para procurar em todas, use a busca de profissões.
Profissões em alta e em queda
Comparando quantas pessoas foram contratadas e quantas saíram de cada profissão entre julho de 2025 a junho de 2026.
Contratando mais do que perdendo
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Faxineiro+7472
35084 contratados, 27612 saíram · cresceu nos 12 meses
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Técnico de enfermagem+5327
11662 contratados, 6335 saíram · cresceu em 10 de 12 meses
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Assistente administrativo+5057
26049 contratados, 20992 saíram · cresceu em 11 de 12 meses
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Agente indígena de saúde+3485
3732 contratados, 247 saíram · cresceu em 11 de 12 meses
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Enfermeiro+2349
4825 contratados, 2476 saíram · cresceu em 11 de 12 meses
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Agente indígena de saneamento+2324
2418 contratados, 94 saíram · cresceu nos 12 meses
Perdendo mais do que contratando
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Gerente comercial-652
1123 contratados, 1775 saíram · não cresceu em nenhum mês
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Gerente administrativo-651
1467 contratados, 2118 saíram · não cresceu em nenhum mês
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Supervisor administrativo-594
2266 contratados, 2860 saíram · não cresceu em nenhum mês
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Gerente de loja e supermercado-444
712 contratados, 1156 saíram · não cresceu em nenhum mês
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Auxiliar de escritório-401
18691 contratados, 19092 saíram · cresceu em 9 de 12 meses
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Operador de telemarketing ativo e receptivo-349
929 contratados, 1278 saíram · cresceu em 3 de 12 meses
Saldo alto não quer dizer muitas vagas, e vaga que aparece toda hora não quer dizer profissão em crescimento: uma profissão pode contratar muito e perder ainda mais gente — é rotatividade, não demanda.
Ver a lista completa de profissões em altaMovimentação do emprego
Quantas pessoas foram contratadas e quantas saíram de um emprego na cidade entre julho de 2025 a junho de 2026, somando todas as profissões.
Contratações
495.189
Saídas
447.056
Diferença
+48.133
mais entradas que saídas
Esta diferença vale para o período acima. Um período diferente pode dar um resultado diferente — um único mês forte muda o sinal da conta — então ela não mede se a cidade está crescendo ou encolhendo.
Salário por escolaridade
Quanto ganha quem foi contratado, por nível de estudo.
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Sem escolaridade 0,2%R$ 1.705
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Fundamental incompleto (até o 5º ano) 1,0%R$ 1.744
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Até o 5º ano 0,8%R$ 1.744
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Do 6º ao 9º ano 2,4%R$ 1.727
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Fundamental completo 4,4%R$ 1.721
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Médio incompleto 5,8%R$ 1.639
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Médio completo 63%R$ 1.700
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Superior incompleto 5,3%R$ 1.800
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Superior completo 14%R$ 3.201
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Pós-graduação 2,5%R$ 6.403
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Mestrado 0,5%R$ 8.353
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Doutorado 0,1%R$ 8.330
Em muitas cidades o salário de entrada é praticamente o mesmo até o ensino médio — quem muda a faixa é o ensino superior completo.
Salário por setor
Onde as empresas contrataram, e quanto cada setor pagou.
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Comércio e oficinas 23%R$ 1.681
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Serviços para empresas 18%R$ 1.846
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Construção 9,8%R$ 2.029
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Saúde e assistência social 9,5%R$ 2.005
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Hotéis, bares e restaurantes 9,4%R$ 1.750
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Outros serviços 6,0%R$ 2.000
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Educação 4,5%R$ 1.740
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Tecnologia e comunicação 4,5%R$ 3.123
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Indústria 3,9%R$ 1.681
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Transporte e entregas 3,9%R$ 1.761
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Escritórios técnicos e consultorias 3,1%R$ 1.804
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Cultura, esporte e lazer 1,3%R$ 1.621
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Bancos e seguros 1,0%R$ 3.698
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Agricultura e pecuária 0,7%R$ 1.621
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Imobiliárias 0,5%R$ 1.862
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Água e saneamento 0,4%R$ 1.675
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Administração pública 0,2%R$ 5.083
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Organismos internacionais 0,1%R$ 6.100
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Energia e gás 0,1%R$ 2.629
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Mineração 0,0%R$ 2.200
O setor que mais contrata não é o que melhor paga — vale comparar as duas colunas.
Quem é contratado — idade
Faixa de idade de quem foi contratado na cidade.
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14-17 anos 1,9%R$ 762
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18-24 anos 27%R$ 1.656
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25-29 anos 18%R$ 1.750
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30-39 anos 27%R$ 1.862
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40-49 anos 17%R$ 1.950
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50-59 anos 6,9%R$ 1.900
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60 anos ou mais 1,4%R$ 2.000
Quem é contratado — homens e mulheres
Proporção das contratações e o salário do meio de cada um.
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Homens 53%R$ 1.751
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Mulheres 47%R$ 1.729
Estes são salários de entrada, e a maioria das contratações sai perto do piso — o que aproxima os dois valores. A diferença ao longo da carreira, com promoções e tempo de casa, não aparece neste dado.
Por que a vaga abriu
Motivo da saída de quem deixou o emprego na cidade.
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A empresa demitiu (sem justa causa) 46%204126
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A pessoa pediu para sair 37%165767
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Acabou o contrato temporário 12%55409
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A empresa demitiu por justa causa 3,3%14784
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Acordo entre as duas partes 1,1%4993
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Falecimento 0,3%1304
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Motivo não informado 0,1%618
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Aposentadoria 0,0%36
Boa parte das vagas abre porque a própria pessoa pediu para sair, não por demissão.
As informações de escolaridade, setor, idade, movimentação e motivo de saída consideram julho de 2025 a junho de 2026 — um período maior que o da tabela de salários, para dar número suficiente em cidades menores.
De onde vêm estes valores
São os salários que as empresas registraram ao contratar, informados ao Ministério do Trabalho e Emprego entre de 1 a de 6. Não é pesquisa nem estimativa: é o que consta na carteira de quem foi contratado. Os dados vêm dos microdados do Novo CAGED, publicados pelo governo federal.
O valor em destaque é o do meio: metade das pessoas foi contratada ganhando mais que ele, metade ganhando menos. Preferimos ele à média, porque poucos salários altos puxariam a média para cima e passariam uma ideia errada.
O salário depende da empresa, da experiência e do que o trabalho exige — estes valores servem para você ter uma referência, não para garantir quanto vai receber.