Salários em Arapiraca - AL
A média salarial em Arapiraca é de R$ 1.720, mas o valor do meio é R$ 1.621 — ou seja, a maioria é contratada perto do piso e a média sobe por causa de poucos salários altos.
- Salário do meio
- R$ 1.621
- metade ganhou mais, metade menos
- Salário médio
- R$ 1.720
- a média de todas as contratações
- Homens e mulheres
- R$ 1.621 · R$ 1.621
- salário do meio de cada um
- Idade média
- 29,1 anos
- de quem foi contratado
- Jornada média
- 41,7h
- por semana
- Contratações
- 20.620
- no período medido
Os valores são o salário registrado em carteira. Não incluem comissão, bônus, PLR, hora extra, adicionais (noturno, periculosidade, insalubridade) nem benefícios como vale e plano de saúde — em profissões que ganham por comissão, o total recebido pode ser bem maior.
Tabela de salários
Nenhuma profissão desta lista casa com o que você digitou. Buscar em todas as profissões
- Controlador de entrada e saídaR$ 1.643Todo mundo foi contratado pelo mesmo salário — pode ser uma empresa só contratando muita gente de uma vez, e não o que a cidade costuma pagar.
- CumimR$ 1.695
- Pedreiro de edificaçõesR$ 2.064Todo mundo foi contratado pelo mesmo salário — pode ser uma empresa só contratando muita gente de uma vez, e não o que a cidade costuma pagar.
- Supervisor administrativoR$ 2.200
O salário mostrado é o do meio: metade ganhou mais, metade ganhou menos. Toque na profissão para ver os detalhes. A marca pouco quer dizer que menos de 30 pessoas foram contratadas naquela profissão no período: o valor serve como ideia geral, mas pode mudar bastante. O campo acima filtra as profissões desta página; para procurar em todas, use a busca de profissões.
Profissões em alta e em queda
Comparando quantas pessoas foram contratadas e quantas saíram de cada profissão entre julho de 2025 a junho de 2026.
Contratando mais do que perdendo
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Faxineiro+186
717 contratados, 531 saíram · cresceu em 10 de 12 meses
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Operador de caixa+146
858 contratados, 712 saíram · cresceu em 9 de 12 meses
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Atendente de lojas e mercados+111
555 contratados, 444 saíram · cresceu em 9 de 12 meses
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Servente de obras+109
490 contratados, 381 saíram · cresceu em 8 de 12 meses
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Auxiliar de escritório+96
858 contratados, 762 saíram · cresceu em 9 de 12 meses
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Auxiliar de logistica+92
203 contratados, 111 saíram · cresceu em 8 de 12 meses
Perdendo mais do que contratando
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Auxiliar de processamento de fumo-65
299 contratados, 364 saíram · cresceu em 4 de 12 meses
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Gerente comercial-33
43 contratados, 76 saíram · cresceu em 2 de 12 meses
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Trabalhador volante da agricultura-28
58 contratados, 86 saíram · cresceu em 7 de 12 meses
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Supervisor administrativo-27
58 contratados, 85 saíram · cresceu em 2 de 12 meses
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Vendedor de comércio varejista-20
2045 contratados, 2065 saíram · cresceu em 5 de 12 meses
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Gerente administrativo-19
108 contratados, 127 saíram · cresceu em 3 de 12 meses
Saldo alto não quer dizer muitas vagas, e vaga que aparece toda hora não quer dizer profissão em crescimento: uma profissão pode contratar muito e perder ainda mais gente — é rotatividade, não demanda.
Ver a lista completa de profissões em altaMovimentação do emprego
Quantas pessoas foram contratadas e quantas saíram de um emprego na cidade entre julho de 2025 a junho de 2026, somando todas as profissões.
Contratações
20.620
Saídas
19.448
Diferença
+1.172
mais entradas que saídas
Esta diferença vale para o período acima. Um período diferente pode dar um resultado diferente — um único mês forte muda o sinal da conta — então ela não mede se a cidade está crescendo ou encolhendo.
Salário por escolaridade
Quanto ganha quem foi contratado, por nível de estudo.
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Sem escolaridade 0,3%R$ 1.540
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Fundamental incompleto (até o 5º ano) 1,6%R$ 1.540
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Até o 5º ano 0,9%R$ 1.621
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Do 6º ao 9º ano 2,6%R$ 1.621
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Fundamental completo 3,7%R$ 1.621
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Médio incompleto 4,6%R$ 1.540
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Médio completo 77%R$ 1.621
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Superior incompleto 3,3%R$ 1.621
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Superior completo 5,2%R$ 1.738
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Pós-graduação 0,5%R$ 2.564
Em muitas cidades o salário de entrada é praticamente o mesmo até o ensino médio — quem muda a faixa é o ensino superior completo.
Salário por setor
Onde as empresas contrataram, e quanto cada setor pagou.
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Comércio e oficinas 38%R$ 1.621
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Serviços para empresas 20%R$ 1.550
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Hotéis, bares e restaurantes 5,8%R$ 1.621
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Construção 5,7%R$ 1.621
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Indústria 5,7%R$ 1.621
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Educação 4,0%R$ 1.621
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Saúde e assistência social 3,5%R$ 1.621
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Transporte e entregas 3,5%R$ 1.674
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Tecnologia e comunicação 3,4%R$ 1.621
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Agricultura e pecuária 3,3%R$ 1.540
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Escritórios técnicos e consultorias 2,1%R$ 1.621
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Outros serviços 1,8%R$ 1.621
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Cultura, esporte e lazer 1,2%R$ 1.621
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Bancos e seguros 0,5%R$ 1.929
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Água e saneamento 0,5%R$ 1.621
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Imobiliárias 0,2%R$ 1.621
O setor que mais contrata não é o que melhor paga — vale comparar as duas colunas.
Quem é contratado — idade
Faixa de idade de quem foi contratado na cidade.
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14-17 anos 2,0%R$ 811
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18-24 anos 39%R$ 1.619
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25-29 anos 19%R$ 1.621
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30-39 anos 24%R$ 1.621
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40-49 anos 12%R$ 1.621
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50-59 anos 3,5%R$ 1.621
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60 anos ou mais 0,5%R$ 1.643
Quem é contratado — homens e mulheres
Proporção das contratações e o salário do meio de cada um.
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Homens 57%R$ 1.621
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Mulheres 43%R$ 1.621
Estes são salários de entrada, e a maioria das contratações sai perto do piso — o que aproxima os dois valores. A diferença ao longo da carreira, com promoções e tempo de casa, não aparece neste dado.
Por que a vaga abriu
Motivo da saída de quem deixou o emprego na cidade.
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A empresa demitiu (sem justa causa) 53%10239
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A pessoa pediu para sair 30%5788
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Acabou o contrato temporário 14%2770
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A empresa demitiu por justa causa 1,9%368
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Acordo entre as duas partes 1,1%216
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Falecimento 0,3%49
Boa parte das vagas abre porque a própria pessoa pediu para sair, não por demissão.
As informações de escolaridade, setor, idade, movimentação e motivo de saída consideram julho de 2025 a junho de 2026 — um período maior que o da tabela de salários, para dar número suficiente em cidades menores.
De onde vêm estes valores
São os salários que as empresas registraram ao contratar, informados ao Ministério do Trabalho e Emprego entre de 1 a de 2. Não é pesquisa nem estimativa: é o que consta na carteira de quem foi contratado. Os dados vêm dos microdados do Novo CAGED, publicados pelo governo federal.
O valor em destaque é o do meio: metade das pessoas foi contratada ganhando mais que ele, metade ganhando menos. Preferimos ele à média, porque poucos salários altos puxariam a média para cima e passariam uma ideia errada.
O salário depende da empresa, da experiência e do que o trabalho exige — estes valores servem para você ter uma referência, não para garantir quanto vai receber.