Salários em Rio de Janeiro - RJ
A média salarial em Rio de Janeiro é de R$ 2.529, mas o valor do meio é R$ 1.801 — ou seja, a maioria é contratada perto do piso e a média sobe por causa de poucos salários altos.
- Salário do meio
- R$ 1.801
- metade ganhou mais, metade menos
- Salário médio
- R$ 2.529
- a média de todas as contratações
- Homens e mulheres
- R$ 1.892 · R$ 1.731
- salário do meio de cada um
- Idade média
- 33,8 anos
- de quem foi contratado
- Jornada média
- 41h
- por semana
- Contratações
- 888.604
- no período medido
Os valores são o salário registrado em carteira. Não incluem comissão, bônus, PLR, hora extra, adicionais (noturno, periculosidade, insalubridade) nem benefícios como vale e plano de saúde — em profissões que ganham por comissão, o total recebido pode ser bem maior.
Tabela de salários
Nenhuma profissão desta lista casa com o que você digitou. Buscar em todas as profissões
- Analista de desenvolvimento de sistemasR$ 5.850
- Analista de negóciosR$ 5.500
- Analista de pesquisa de mercadoR$ 4.500
- Analista de recursos humanosR$ 3.800
- Analista financeiroR$ 4.000
- Armador de estrutura de concretoR$ 3.004
- Armador de estrutura de concreto armadoR$ 3.067
- Atendente de enfermagemR$ 1.621Todo mundo foi contratado pelo mesmo salário — pode ser uma empresa só contratando muita gente de uma vez, e não o que a cidade costuma pagar.
- Auxiliar de pessoalR$ 2.100
- Auxiliar geral de conservação de vias permanentesR$ 1.838
- Bombeiro civilR$ 1.858
- CarpinteiroR$ 2.935
- Carpinteiro de fôrmas para concretoR$ 3.067
- Carpinteiro de obrasR$ 2.935
- CarregadorR$ 1.810
- Chefe de cozinhaR$ 2.663
- CompradorR$ 3.800
- ConfeiteiroR$ 2.100
- Conferente de carga e descargaR$ 2.099
- ContadorR$ 4.381
- ContínuoR$ 1.797
- Costureiro na confecção em sérieR$ 1.800
- Cuidador de idososR$ 1.639
- Educador socialR$ 2.319
- Eletricista de instalaçõesR$ 2.935
- Eletricista de manutenção eletroeletrônicaR$ 2.697
- EstivadorR$ 1.835
- Expedidor de mercadoriasR$ 1.850
- FarmacêuticoR$ 4.400
- GaragistaR$ 1.674
- Gerente administrativoR$ 3.034
- Gerente comercialR$ 3.242
- Gerente de restauranteR$ 2.400
- Gerente de vendasR$ 3.200
- GesseiroR$ 2.935
- Inspetor de alunos de escola privadaR$ 1.663
- Instalador de linhas elétricas de alta e baixa - tensãoR$ 2.141
- Instalador-reparador de redes telefônicas e de comunicação de dadosR$ 1.913
- JardineiroR$ 1.896
- LadrilheiroR$ 3.159
- Lavador de veículosR$ 1.693
- Mecânico de manutenção de máquinasR$ 2.975
- Mecânico de manutenção e instalação de aparelhos de climatização e refrigeraçãoR$ 1.850
- Mecânico de refrigeraçãoR$ 2.512
- Montador de andaimesR$ 3.059
- Operador de empilhadeiraR$ 2.300
- Operador de máquinas de construção civil e mineraçãoR$ 3.500
- PadeiroR$ 2.173
- PizzaioloR$ 1.847
- Porteiro de locais de diversãoR$ 1.826
- Promotor de vendas especializadoR$ 1.749
- Recepcionista de hotelR$ 2.200
- Salva-vidasR$ 2.000
- SerralheiroR$ 2.477
- SoldadorR$ 3.498
- Supervisor de vendas comercialR$ 2.714
- SushimanR$ 2.163
- Técnico de obras civisR$ 3.500
- Técnico eletrônicoR$ 2.100
- Vendedor em comércio atacadistaR$ 1.750
O salário mostrado é o do meio: metade ganhou mais, metade ganhou menos. Toque na profissão para ver os detalhes. O campo acima filtra as profissões desta página; para procurar em todas, use a busca de profissões.
Profissões em alta e em queda
Comparando quantas pessoas foram contratadas e quantas saíram de cada profissão entre julho de 2025 a junho de 2026.
Contratando mais do que perdendo
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Faxineiro+7824
61241 contratados, 53417 saíram · cresceu nos 12 meses
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Servente de obras+4712
26336 contratados, 21624 saíram · cresceu em 11 de 12 meses
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Técnico de enfermagem+3941
15423 contratados, 11482 saíram · cresceu em 11 de 12 meses
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Auxiliar de escritório+3915
34554 contratados, 30639 saíram · cresceu em 10 de 12 meses
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Assistente administrativo+3620
33745 contratados, 30125 saíram · cresceu em 11 de 12 meses
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Atendente de lojas e mercados+2896
30633 contratados, 27737 saíram · cresceu em 10 de 12 meses
Perdendo mais do que contratando
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Supervisor administrativo-1547
4883 contratados, 6430 saíram · não cresceu em nenhum mês
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Gerente de loja e supermercado-1382
2721 contratados, 4103 saíram · não cresceu em nenhum mês
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Cozinheiro geral-1218
12160 contratados, 13378 saíram · cresceu em 5 de 12 meses
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Operador de caixa-1159
23714 contratados, 24873 saíram · cresceu em 4 de 12 meses
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Gerente administrativo-967
1910 contratados, 2877 saíram · não cresceu em nenhum mês
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Supervisor de vendas comercial-830
1167 contratados, 1997 saíram · não cresceu em nenhum mês
Saldo alto não quer dizer muitas vagas, e vaga que aparece toda hora não quer dizer profissão em crescimento: uma profissão pode contratar muito e perder ainda mais gente — é rotatividade, não demanda.
Ver a lista completa de profissões em altaMovimentação do emprego
Quantas pessoas foram contratadas e quantas saíram de um emprego na cidade entre julho de 2025 a junho de 2026, somando todas as profissões.
Contratações
888.604
Saídas
846.450
Diferença
+42.154
mais entradas que saídas
Esta diferença vale para o período acima. Um período diferente pode dar um resultado diferente — um único mês forte muda o sinal da conta — então ela não mede se a cidade está crescendo ou encolhendo.
Salário por escolaridade
Quanto ganha quem foi contratado, por nível de estudo.
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Sem escolaridade 0,2%R$ 1.800
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Fundamental incompleto (até o 5º ano) 1,1%R$ 1.914
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Até o 5º ano 0,8%R$ 1.852
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Do 6º ao 9º ano 2,9%R$ 1.800
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Fundamental completo 5,4%R$ 1.801
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Médio incompleto 5,9%R$ 1.712
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Médio completo 66%R$ 1.765
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Superior incompleto 4,6%R$ 2.000
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Superior completo 11%R$ 3.331
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Pós-graduação 2,0%R$ 5.609
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Mestrado 0,3%R$ 8.937
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Doutorado 0,1%R$ 7.897
Em muitas cidades o salário de entrada é praticamente o mesmo até o ensino médio — quem muda a faixa é o ensino superior completo.
Salário por setor
Onde as empresas contrataram, e quanto cada setor pagou.
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Serviços para empresas 23%R$ 1.801
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Comércio e oficinas 21%R$ 1.718
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Hotéis, bares e restaurantes 11%R$ 1.670
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Construção 9,2%R$ 2.278
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Saúde e assistência social 6,6%R$ 1.820
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Escritórios técnicos e consultorias 5,3%R$ 2.184
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Transporte e entregas 4,8%R$ 2.000
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Outros serviços 4,5%R$ 1.836
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Educação 3,9%R$ 1.670
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Indústria 3,4%R$ 1.816
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Tecnologia e comunicação 2,6%R$ 2.352
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Cultura, esporte e lazer 1,6%R$ 1.746
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Bancos e seguros 1,4%R$ 2.962
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Imobiliárias 0,5%R$ 1.979
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Água e saneamento 0,4%R$ 1.848
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Administração pública 0,4%R$ 5.109
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Mineração 0,3%R$ 9.000
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Energia e gás 0,2%R$ 3.000
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Agricultura e pecuária 0,1%R$ 2.369
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Organismos internacionais 0,0%R$ 9.200
O setor que mais contrata não é o que melhor paga — vale comparar as duas colunas.
Quem é contratado — idade
Faixa de idade de quem foi contratado na cidade.
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14-17 anos 1,1%R$ 762
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18-24 anos 24%R$ 1.706
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25-29 anos 18%R$ 1.800
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30-39 anos 27%R$ 1.872
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40-49 anos 19%R$ 1.943
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50-59 anos 8,9%R$ 1.919
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60 anos ou mais 2,2%R$ 1.953
Quem é contratado — homens e mulheres
Proporção das contratações e o salário do meio de cada um.
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Homens 55%R$ 1.892
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Mulheres 45%R$ 1.731
Estes são salários de entrada, e a maioria das contratações sai perto do piso — o que aproxima os dois valores. A diferença ao longo da carreira, com promoções e tempo de casa, não aparece neste dado.
Por que a vaga abriu
Motivo da saída de quem deixou o emprego na cidade.
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A empresa demitiu (sem justa causa) 45%382001
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A pessoa pediu para sair 33%278279
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Acabou o contrato temporário 17%147778
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A empresa demitiu por justa causa 2,6%22168
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Acordo entre as duas partes 1,1%9030
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Falecimento 0,5%3897
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Motivo não informado 0,4%3169
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Aposentadoria 0,0%80
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Culpa das duas partes 0,0%48
Boa parte das vagas abre porque a própria pessoa pediu para sair, não por demissão.
As informações de escolaridade, setor, idade, movimentação e motivo de saída consideram julho de 2025 a junho de 2026 — um período maior que o da tabela de salários, para dar número suficiente em cidades menores.
De onde vêm estes valores
São os salários que as empresas registraram ao contratar, informados ao Ministério do Trabalho e Emprego entre de 1 a de 2. Não é pesquisa nem estimativa: é o que consta na carteira de quem foi contratado. Os dados vêm dos microdados do Novo CAGED, publicados pelo governo federal.
O valor em destaque é o do meio: metade das pessoas foi contratada ganhando mais que ele, metade ganhando menos. Preferimos ele à média, porque poucos salários altos puxariam a média para cima e passariam uma ideia errada.
O salário depende da empresa, da experiência e do que o trabalho exige — estes valores servem para você ter uma referência, não para garantir quanto vai receber.