Salários em Pindamonhangaba - SP
A média salarial em Pindamonhangaba é de R$ 2.375, mas o valor do meio é R$ 2.040 — ou seja, a maioria é contratada perto do piso e a média sobe por causa de poucos salários altos.
- Salário do meio
- R$ 2.040
- metade ganhou mais, metade menos
- Salário médio
- R$ 2.375
- a média de todas as contratações
- Homens e mulheres
- R$ 2.163 · R$ 1.914
- salário do meio de cada um
- Idade média
- 33,4 anos
- de quem foi contratado
- Jornada média
- 42,4h
- por semana
- Contratações
- 16.227
- no período medido
Os valores são o salário registrado em carteira. Não incluem comissão, bônus, PLR, hora extra, adicionais (noturno, periculosidade, insalubridade) nem benefícios como vale e plano de saúde — em profissões que ganham por comissão, o total recebido pode ser bem maior.
Tabela de salários
Nenhuma profissão desta lista casa com o que você digitou. Buscar em todas as profissões
- Trabalhador da manutenção de edificaçõesR$ 2.500
- Técnico em plásticoR$ 2.590Todo mundo foi contratado pelo mesmo salário — pode ser uma empresa só contratando muita gente de uma vez, e não o que a cidade costuma pagar.
O salário mostrado é o do meio: metade ganhou mais, metade ganhou menos. Toque na profissão para ver os detalhes. A marca pouco quer dizer que menos de 30 pessoas foram contratadas naquela profissão no período: o valor serve como ideia geral, mas pode mudar bastante. O campo acima filtra as profissões desta página; para procurar em todas, use a busca de profissões.
Profissões em alta e em queda
Comparando quantas pessoas foram contratadas e quantas saíram de cada profissão entre julho de 2025 a junho de 2026.
Contratando mais do que perdendo
-
Alimentador de linha de produção+148
965 contratados, 817 saíram · cresceu em 9 de 12 meses
-
Faxineiro+100
551 contratados, 451 saíram · cresceu em 10 de 12 meses
-
Auxiliar de escritório+89
503 contratados, 414 saíram · cresceu em 8 de 12 meses
-
Auxiliar nos serviços de alimentação+62
499 contratados, 437 saíram · cresceu em 8 de 12 meses
-
Professor de nível médio no ensino fundamental+55
90 contratados, 35 saíram · cresceu em 10 de 12 meses
-
Atendente de lojas e mercados+54
666 contratados, 612 saíram · cresceu em 8 de 12 meses
Perdendo mais do que contratando
-
Motorista de caminhão-70
254 contratados, 324 saíram · cresceu em 3 de 12 meses
-
Mecânico de manutenção de máquinas-53
233 contratados, 286 saíram · cresceu em 5 de 12 meses
-
Fundidor de metais-51
21 contratados, 72 saíram · cresceu em 2 de 12 meses
-
Supervisor administrativo-42
39 contratados, 81 saíram · não cresceu em nenhum mês
-
Inspetor de qualidade-37
38 contratados, 75 saíram · cresceu em 4 de 12 meses
-
Técnico de enfermagem-36
34 contratados, 70 saíram · não cresceu em nenhum mês
Saldo alto não quer dizer muitas vagas, e vaga que aparece toda hora não quer dizer profissão em crescimento: uma profissão pode contratar muito e perder ainda mais gente — é rotatividade, não demanda.
Ver a lista completa de profissões em altaMovimentação do emprego
Quantas pessoas foram contratadas e quantas saíram de um emprego na cidade entre julho de 2025 a junho de 2026, somando todas as profissões.
Contratações
16.227
Saídas
16.278
Diferença
−51
mais saídas que entradas
Esta diferença vale para o período acima. Um período diferente pode dar um resultado diferente — um único mês forte muda o sinal da conta — então ela não mede se a cidade está crescendo ou encolhendo.
Salário por escolaridade
Quanto ganha quem foi contratado, por nível de estudo.
-
Fundamental incompleto (até o 5º ano) 0,8%R$ 1.919
-
Até o 5º ano 0,7%R$ 2.007
-
Do 6º ao 9º ano 2,1%R$ 1.993
-
Fundamental completo 5,3%R$ 1.877
-
Médio incompleto 4,4%R$ 1.910
-
Médio completo 74%R$ 2.021
-
Superior incompleto 3,0%R$ 2.059
-
Superior completo 8,6%R$ 3.000
-
Pós-graduação 1,1%R$ 4.258
Em muitas cidades o salário de entrada é praticamente o mesmo até o ensino médio — quem muda a faixa é o ensino superior completo.
Salário por setor
Onde as empresas contrataram, e quanto cada setor pagou.
-
Comércio e oficinas 29%R$ 2.009
-
Indústria 23%R$ 2.367
-
Serviços para empresas 8,6%R$ 1.891
-
Hotéis, bares e restaurantes 8,4%R$ 1.848
-
Construção 6,0%R$ 2.211
-
Transporte e entregas 5,7%R$ 1.919
-
Saúde e assistência social 4,9%R$ 1.895
-
Escritórios técnicos e consultorias 4,5%R$ 2.190
-
Educação 2,7%R$ 1.804
-
Agricultura e pecuária 2,4%R$ 1.845
-
Outros serviços 1,5%R$ 2.000
-
Administração pública 1,2%R$ 3.990
-
Cultura, esporte e lazer 1,0%R$ 1.726
-
Tecnologia e comunicação 0,6%R$ 2.496
-
Imobiliárias 0,4%R$ 2.066
-
Mineração 0,4%R$ 2.640
-
Bancos e seguros 0,3%R$ 2.593
-
Água e saneamento 0,3%R$ 1.900
O setor que mais contrata não é o que melhor paga — vale comparar as duas colunas.
Quem é contratado — idade
Faixa de idade de quem foi contratado na cidade.
-
14-17 anos 1,2%R$ 914
-
18-24 anos 26%R$ 1.933
-
25-29 anos 16%R$ 2.066
-
30-39 anos 26%R$ 2.150
-
40-49 anos 19%R$ 2.148
-
50-59 anos 8,2%R$ 2.123
-
60 anos ou mais 2,2%R$ 2.007
Quem é contratado — homens e mulheres
Proporção das contratações e o salário do meio de cada um.
-
Homens 59%R$ 2.163
-
Mulheres 41%R$ 1.914
Estes são salários de entrada, e a maioria das contratações sai perto do piso — o que aproxima os dois valores. A diferença ao longo da carreira, com promoções e tempo de casa, não aparece neste dado.
Por que a vaga abriu
Motivo da saída de quem deixou o emprego na cidade.
-
A empresa demitiu (sem justa causa) 47%7731
-
A pessoa pediu para sair 33%5407
-
Acabou o contrato temporário 16%2613
-
A empresa demitiu por justa causa 1,4%220
-
Acordo entre as duas partes 1,1%172
-
Falecimento 0,5%77
-
Motivo não informado 0,4%57
Boa parte das vagas abre porque a própria pessoa pediu para sair, não por demissão.
As informações de escolaridade, setor, idade, movimentação e motivo de saída consideram julho de 2025 a junho de 2026 — um período maior que o da tabela de salários, para dar número suficiente em cidades menores.
De onde vêm estes valores
São os salários que as empresas registraram ao contratar, informados ao Ministério do Trabalho e Emprego entre de 1 a de 2. Não é pesquisa nem estimativa: é o que consta na carteira de quem foi contratado. Os dados vêm dos microdados do Novo CAGED, publicados pelo governo federal.
O valor em destaque é o do meio: metade das pessoas foi contratada ganhando mais que ele, metade ganhando menos. Preferimos ele à média, porque poucos salários altos puxariam a média para cima e passariam uma ideia errada.
O salário depende da empresa, da experiência e do que o trabalho exige — estes valores servem para você ter uma referência, não para garantir quanto vai receber.