Salários em Jaboatão dos Guararapes - PE
A média salarial em Jaboatão dos Guararapes é de R$ 1.943, mas o valor do meio é R$ 1.667 — ou seja, a maioria é contratada perto do piso e a média sobe por causa de poucos salários altos.
- Salário do meio
- R$ 1.667
- metade ganhou mais, metade menos
- Salário médio
- R$ 1.943
- a média de todas as contratações
- Homens e mulheres
- R$ 1.708 · R$ 1.632
- salário do meio de cada um
- Idade média
- 32,8 anos
- de quem foi contratado
- Jornada média
- 42,3h
- por semana
- Contratações
- 48.651
- no período medido
Os valores são o salário registrado em carteira. Não incluem comissão, bônus, PLR, hora extra, adicionais (noturno, periculosidade, insalubridade) nem benefícios como vale e plano de saúde — em profissões que ganham por comissão, o total recebido pode ser bem maior.
Tabela de salários
Nenhuma profissão desta lista casa com o que você digitou. Buscar em todas as profissões
- Caixa de bancoR$ 1.733Todo mundo foi contratado pelo mesmo salário — pode ser uma empresa só contratando muita gente de uma vez, e não o que a cidade costuma pagar.
- Carpinteiro de obrasR$ 2.407
- Eletricista de instalaçõesR$ 1.800
- Inspetor de qualidadeR$ 2.392
- Técnico de garantia da qualidadeR$ 3.500
- VigilanteR$ 1.818
O salário mostrado é o do meio: metade ganhou mais, metade ganhou menos. Toque na profissão para ver os detalhes. A marca pouco quer dizer que menos de 30 pessoas foram contratadas naquela profissão no período: o valor serve como ideia geral, mas pode mudar bastante. O campo acima filtra as profissões desta página; para procurar em todas, use a busca de profissões.
Profissões em alta e em queda
Comparando quantas pessoas foram contratadas e quantas saíram de cada profissão entre julho de 2025 a junho de 2026.
Contratando mais do que perdendo
-
Auxiliar de logistica+899
2632 contratados, 1733 saíram · cresceu em 11 de 12 meses
-
Alimentador de linha de produção+767
2980 contratados, 2213 saíram · cresceu em 11 de 12 meses
-
Servente de obras+548
2415 contratados, 1867 saíram · cresceu em 10 de 12 meses
-
Assistente administrativo+378
1636 contratados, 1258 saíram · cresceu em 9 de 12 meses
-
Faxineiro+260
1878 contratados, 1618 saíram · cresceu em 8 de 12 meses
-
Atendente de lojas e mercados+256
1868 contratados, 1612 saíram · cresceu em 8 de 12 meses
Perdendo mais do que contratando
-
Conferente de carga e descarga-180
182 contratados, 362 saíram · cresceu em 1 de 12 meses
-
Repositor de mercadorias-138
991 contratados, 1129 saíram · cresceu em 6 de 12 meses
-
Instrutor de auto-escola-95
29 contratados, 124 saíram · cresceu em 2 de 12 meses
-
Vendedor em comércio atacadista-89
208 contratados, 297 saíram · cresceu em 1 de 12 meses
-
Porteiro de edifícios-68
381 contratados, 449 saíram · cresceu em 4 de 12 meses
-
Supervisor administrativo-66
171 contratados, 237 saíram · cresceu em 2 de 12 meses
Saldo alto não quer dizer muitas vagas, e vaga que aparece toda hora não quer dizer profissão em crescimento: uma profissão pode contratar muito e perder ainda mais gente — é rotatividade, não demanda.
Ver a lista completa de profissões em altaMovimentação do emprego
Quantas pessoas foram contratadas e quantas saíram de um emprego na cidade entre julho de 2025 a junho de 2026, somando todas as profissões.
Contratações
48.651
Saídas
44.820
Diferença
+3.831
mais entradas que saídas
Esta diferença vale para o período acima. Um período diferente pode dar um resultado diferente — um único mês forte muda o sinal da conta — então ela não mede se a cidade está crescendo ou encolhendo.
Salário por escolaridade
Quanto ganha quem foi contratado, por nível de estudo.
-
Sem escolaridade 0,3%R$ 1.621
-
Fundamental incompleto (até o 5º ano) 1,6%R$ 1.738
-
Até o 5º ano 1,0%R$ 1.738
-
Do 6º ao 9º ano 2,8%R$ 1.738
-
Fundamental completo 3,8%R$ 1.700
-
Médio incompleto 3,6%R$ 1.642
-
Médio completo 77%R$ 1.652
-
Superior incompleto 2,7%R$ 1.740
-
Superior completo 6,2%R$ 2.400
-
Pós-graduação 1,0%R$ 3.000
-
Mestrado 0,1%R$ 1.964
Em muitas cidades o salário de entrada é praticamente o mesmo até o ensino médio — quem muda a faixa é o ensino superior completo.
Salário por setor
Onde as empresas contrataram, e quanto cada setor pagou.
-
Comércio e oficinas 30%R$ 1.651
-
Serviços para empresas 15%R$ 1.635
-
Indústria 14%R$ 1.654
-
Transporte e entregas 11%R$ 1.900
-
Construção 11%R$ 1.911
-
Hotéis, bares e restaurantes 5,1%R$ 1.668
-
Educação 2,8%R$ 1.621
-
Água e saneamento 2,5%R$ 1.621
-
Saúde e assistência social 2,3%R$ 1.621
-
Escritórios técnicos e consultorias 2,1%R$ 1.738
-
Outros serviços 1,4%R$ 1.621
-
Tecnologia e comunicação 0,9%R$ 1.621
-
Cultura, esporte e lazer 0,8%R$ 1.621
-
Imobiliárias 0,4%R$ 1.738
-
Bancos e seguros 0,3%R$ 2.000
-
Mineração 0,3%R$ 1.790
-
Agricultura e pecuária 0,1%R$ 1.560
O setor que mais contrata não é o que melhor paga — vale comparar as duas colunas.
Quem é contratado — idade
Faixa de idade de quem foi contratado na cidade.
-
14-17 anos 0,7%R$ 762
-
18-24 anos 28%R$ 1.624
-
25-29 anos 17%R$ 1.656
-
30-39 anos 27%R$ 1.709
-
40-49 anos 18%R$ 1.738
-
50-59 anos 7,7%R$ 1.738
-
60 anos ou mais 1,2%R$ 1.811
Quem é contratado — homens e mulheres
Proporção das contratações e o salário do meio de cada um.
-
Homens 67%R$ 1.708
-
Mulheres 33%R$ 1.632
Estes são salários de entrada, e a maioria das contratações sai perto do piso — o que aproxima os dois valores. A diferença ao longo da carreira, com promoções e tempo de casa, não aparece neste dado.
Por que a vaga abriu
Motivo da saída de quem deixou o emprego na cidade.
-
A empresa demitiu (sem justa causa) 54%24229
-
A pessoa pediu para sair 28%12333
-
Acabou o contrato temporário 15%6798
-
A empresa demitiu por justa causa 2,3%1029
-
Acordo entre as duas partes 0,5%203
-
Falecimento 0,4%162
-
Motivo não informado 0,1%46
Boa parte das vagas abre porque a própria pessoa pediu para sair, não por demissão.
As informações de escolaridade, setor, idade, movimentação e motivo de saída consideram julho de 2025 a junho de 2026 — um período maior que o da tabela de salários, para dar número suficiente em cidades menores.
De onde vêm estes valores
São os salários que as empresas registraram ao contratar, informados ao Ministério do Trabalho e Emprego entre de 1 a de 2. Não é pesquisa nem estimativa: é o que consta na carteira de quem foi contratado. Os dados vêm dos microdados do Novo CAGED, publicados pelo governo federal.
O valor em destaque é o do meio: metade das pessoas foi contratada ganhando mais que ele, metade ganhando menos. Preferimos ele à média, porque poucos salários altos puxariam a média para cima e passariam uma ideia errada.
O salário depende da empresa, da experiência e do que o trabalho exige — estes valores servem para você ter uma referência, não para garantir quanto vai receber.