Quanto ganha um Operador de máquinas operatrizes em Aracaju - SE
Em Aracaju, um Operador de máquinas operatrizes é contratado ganhando cerca de R$ 1.728 por mês, segundo os 11 registros de contratação informados ao Ministério do Trabalho.
Horário normal (44h por semana)
R$ 1.728
por mês, na hora da contratação
Todas as 11 contratações saíram pelo mesmo valor — costuma ser piso de categoria ou uma empresa contratando várias pessoas de uma vez.
Com base em 11 pessoas contratadas entre abril a junho de 2026, segundo os registros do Ministério do Trabalho e Emprego.
Todo mundo foi contratado pelo mesmo salário — pode ser uma empresa só contratando muita gente de uma vez, e não o que a cidade costuma pagar.
Os valores são o salário registrado em carteira. Não incluem comissão, bônus, PLR, hora extra, adicionais (noturno, periculosidade, insalubridade) nem benefícios como vale e plano de saúde — em profissões que ganham por comissão, o total recebido pode ser bem maior.
Perguntas frequentes
Quanto ganha um Operador de máquinas operatrizes em Aracaju?
Em Aracaju, o salário de contratação de Operador de máquinas operatrizes é de cerca de R$ 1.728 por mês. Todas as 11 contratações abril a junho de 2026 saíram pelo mesmo valor, o que costuma indicar um piso de categoria ou uma única empresa contratando várias pessoas de uma vez — não a variação do mercado.
O salário de Operador de máquinas operatrizes em Aracaju é bom?
Comparando com as outras profissões de Aracaju, Operador de máquinas operatrizes paga praticamente o mesmo que a média das profissões da cidade: são R$ 1.728 por mês contra R$ 1.750 da profissão típica de Aracaju.
Onde Operador de máquinas operatrizes ganha mais que em Aracaju?
Entre as 54 cidades com dados para Operador de máquinas operatrizes, Aracaju aparece na 48ª posição por salário de contratação — abaixo da maioria das cidades nesta profissão.
De onde vêm estes valores
São os salários que as empresas registraram ao contratar, informados ao Ministério do Trabalho e Emprego entre abril a junho de 2026. Não é pesquisa nem estimativa: é o que consta na carteira de quem foi contratado. Os dados vêm dos microdados do Novo CAGED, publicados pelo governo federal.
O valor em destaque é o do meio: metade das pessoas foi contratada ganhando mais que ele, metade ganhando menos. Preferimos ele à média, porque poucos salários altos puxariam a média para cima e passariam uma ideia errada.
O salário depende da empresa, da experiência e do que o trabalho exige — estes valores servem para você ter uma referência, não para garantir quanto vai receber.