Salários em Pontes e Lacerda - MT

A média salarial em Pontes e Lacerda é de R$ 2.280, mas o valor do meio é R$ 2.000 — ou seja, a maioria é contratada perto do piso e a média sobe por causa de poucos salários altos.

Salário do meio
R$ 2.000
metade ganhou mais, metade menos
Salário médio
R$ 2.280
a média de todas as contratações
Homens e mulheres
R$ 2.204 · R$ 1.676
salário do meio de cada um
Idade média
30,3 anos
de quem foi contratado
Jornada média
43h
por semana
Contratações
7.983
no período medido

Os valores são o salário registrado em carteira. Não incluem comissão, bônus, PLR, hora extra, adicionais (noturno, periculosidade, insalubridade) nem benefícios como vale e plano de saúde — em profissões que ganham por comissão, o total recebido pode ser bem maior.

Tabela de salários

Nenhuma profissão desta lista casa com o que você digitou. Buscar em todas as profissões

O salário mostrado é o do meio: metade ganhou mais, metade ganhou menos. Toque na profissão para ver os detalhes. A marca pouco quer dizer que menos de 30 pessoas foram contratadas naquela profissão no período: o valor serve como ideia geral, mas pode mudar bastante.

Profissões em alta e em queda

Comparando quantas pessoas foram contratadas e quantas saíram de cada profissão entre julho de 2025 a junho de 2026.

Contratando mais do que perdendo

Perdendo mais do que contratando

Saldo alto não quer dizer muitas vagas, e vaga que aparece toda hora não quer dizer profissão em crescimento: uma profissão pode contratar muito e perder ainda mais gente — é rotatividade, não demanda.

Ver a lista completa de profissões em alta

Movimentação do emprego

Quantas pessoas foram contratadas e quantas saíram de um emprego na cidade entre julho de 2025 a junho de 2026, somando todas as profissões.

Contratações

7.983

Saídas

7.800

Diferença

+183

mais entradas que saídas

Esta diferença vale para o período acima. Um período diferente pode dar um resultado diferente — um único mês forte muda o sinal da conta — então ela não mede se a cidade está crescendo ou encolhendo.

Salário por escolaridade

Quanto ganha quem foi contratado, por nível de estudo.

  • Sem escolaridade 0,4%
    R$ 1.742
  • Fundamental incompleto (até o 5º ano) 2,3%
    R$ 2.300
  • Até o 5º ano 1,3%
    R$ 2.166
  • Do 6º ao 9º ano 3,8%
    R$ 2.073
  • Fundamental completo 4,3%
    R$ 2.050
  • Médio incompleto 11%
    R$ 2.038
  • Médio completo 71%
    R$ 1.905
  • Superior incompleto 2,4%
    R$ 1.976
  • Superior completo 3,7%
    R$ 2.731

Em muitas cidades o salário de entrada é praticamente o mesmo até o ensino médio — quem muda a faixa é o ensino superior completo.

Salário por setor

Onde as empresas contrataram, e quanto cada setor pagou.

  • Comércio e oficinas 35%
    R$ 1.650
  • Indústria 18%
    R$ 2.116
  • Agricultura e pecuária 13%
    R$ 2.860
  • Transporte e entregas 7,0%
    R$ 1.976
  • Hotéis, bares e restaurantes 5,4%
    R$ 1.676
  • Escritórios técnicos e consultorias 3,4%
    R$ 1.850
  • Construção 3,2%
    R$ 2.204
  • Saúde e assistência social 3,0%
    R$ 1.621
  • Mineração 2,8%
    R$ 2.160
  • Serviços para empresas 2,7%
    R$ 2.000
  • Outros serviços 1,7%
    R$ 1.523
  • Tecnologia e comunicação 1,2%
    R$ 1.700
  • Água e saneamento 0,9%
    R$ 2.047
  • Educação 0,7%
    R$ 1.621
  • Bancos e seguros 0,5%
    R$ 2.500
  • Cultura, esporte e lazer 0,4%
    R$ 1.731

O setor que mais contrata não é o que melhor paga — vale comparar as duas colunas.

Quem é contratado — idade

Faixa de idade de quem foi contratado na cidade.

  • 14-17 anos 4,5%
    R$ 1.518
  • 18-24 anos 34%
    R$ 1.835
  • 25-29 anos 17%
    R$ 2.009
  • 30-39 anos 24%
    R$ 2.166
  • 40-49 anos 14%
    R$ 2.166
  • 50-59 anos 5,5%
    R$ 2.160
  • 60 anos ou mais 1,0%
    R$ 2.166

Quem é contratado — homens e mulheres

Proporção das contratações e o salário do meio de cada um.

  • Homens 59%
    R$ 2.204
  • Mulheres 41%
    R$ 1.676

Estes são salários de entrada, e a maioria das contratações sai perto do piso — o que aproxima os dois valores. A diferença ao longo da carreira, com promoções e tempo de casa, não aparece neste dado.

Por que a vaga abriu

Motivo da saída de quem deixou o emprego na cidade.

  • A pessoa pediu para sair 44%
    3462
  • A empresa demitiu (sem justa causa) 42%
    3278
  • Acabou o contrato temporário 10%
    800
  • A empresa demitiu por justa causa 2,2%
    169
  • Acordo entre as duas partes 0,7%
    58

Boa parte das vagas abre porque a própria pessoa pediu para sair, não por demissão.

As informações de escolaridade, setor, idade, movimentação e motivo de saída consideram julho de 2025 a junho de 2026 — um período maior que o da tabela de salários, para dar número suficiente em cidades menores.

Perguntas frequentes

Qual profissão mais contrata em Pontes e Lacerda?

Em Pontes e Lacerda, a profissão com mais contratações entre abril a junho de 2026 foi Alimentador de linha de produção, com 121 pessoas contratadas. O salário de contratação ficou em torno de R$ 2.116 por mês.

Qual profissão paga mais em Pontes e Lacerda?

Entre as profissões com mais contratações em Pontes e Lacerda, Operador de máquinas de beneficiamento de produtos agrícolas teve o maior salário de contratação: cerca de R$ 3.520 por mês.

De onde vêm os dados de salário de Pontes e Lacerda?

São os salários que as empresas registraram ao contratar e informaram ao Ministério do Trabalho e Emprego, no Novo CAGED, abril a junho de 2026. Não é pesquisa nem estimativa: é o valor que consta no registro de quem foi contratado.

Qual a média salarial em Pontes e Lacerda?

A média salarial de quem é contratado em Pontes e Lacerda é de R$ 2.280 por mês. Mas o valor do meio é R$ 2.000: metade das pessoas foi contratada ganhando menos que isso. A média fica acima porque alguns salários altos puxam a conta para cima — para saber quanto se ganha de verdade num cargo, o valor do meio descreve melhor.

Estudar mais aumenta o salário em Pontes e Lacerda?

Em Pontes e Lacerda, a maior parte das contratações é de quem tem médio completo, com salário em torno de R$ 1.905. O nível que paga mais é superior completo, com cerca de R$ 2.731 — uma diferença de 43%. Vale olhar a tabela completa: em muitas cidades o salário de entrada é parecido entre os níveis mais baixos, e a diferença aparece só no ensino superior.

Que setor paga melhor em Pontes e Lacerda?

Em Pontes e Lacerda, o setor que mais contrata é comércio e oficinas (35% das contratações), com salário em torno de R$ 1.650. Já o setor que paga melhor é agricultura e pecuária, com cerca de R$ 2.860 — ou seja, o setor com mais vagas não é o que paga mais.

Que profissões estão crescendo em Pontes e Lacerda?

Contando quantas pessoas foram contratadas e quantas saíram de cada profissão em Pontes e Lacerda entre julho de 2025 a junho de 2026, quem mais cresceu foi Alimentador de linha de produção: 588 contratações contra 501 saídas — cresceu em 8 de 12 meses. Também cresceram: Faxineiro, Recepcionista. Crescer aqui quer dizer contratar mais gente do que perder, o que é diferente de ter muitas vagas: profissão com muita vaga toda hora pode estar só trocando de gente.

Por que abrem vagas em Pontes e Lacerda?

Entre as pessoas que saíram de um emprego em Pontes e Lacerda entre julho de 2025 a junho de 2026, o motivo mais comum foi: a pessoa pediu para sair (44% dos casos), seguido de a empresa demitiu (sem justa causa) (42%). Boa parte das vagas que abrem não vem de demissão, e sim de alguém que pediu para sair — o que significa que a vaga existe porque a posição ficou livre.

Quantas pessoas são contratadas em Pontes e Lacerda?

Em Pontes e Lacerda entre julho de 2025 a junho de 2026, foram 7.983 contratações e 7.800 saídas de emprego com carteira assinada, uma diferença de +183. Essa diferença vale para esse período específico: um único mês mais forte ou mais fraco muda o resultado, então ela não mede se a cidade está crescendo ou encolhendo no geral.

De onde vêm estes valores

São os salários que as empresas registraram ao contratar, informados ao Ministério do Trabalho e Emprego entre abril a junho de 2026. Não é pesquisa nem estimativa: é o que consta na carteira de quem foi contratado. Os dados vêm dos microdados do Novo CAGED, publicados pelo governo federal.

O valor em destaque é o do meio: metade das pessoas foi contratada ganhando mais que ele, metade ganhando menos. Preferimos ele à média, porque poucos salários altos puxariam a média para cima e passariam uma ideia errada.

O salário depende da empresa, da experiência e do que o trabalho exige — estes valores servem para você ter uma referência, não para garantir quanto vai receber.