Salários em Lajeado - RS
A média salarial em Lajeado é de R$ 2.165, mas o valor do meio é R$ 1.928 — ou seja, a maioria é contratada perto do piso e a média sobe por causa de poucos salários altos.
- Salário do meio
- R$ 1.928
- metade ganhou mais, metade menos
- Salário médio
- R$ 2.165
- a média de todas as contratações
- Homens e mulheres
- R$ 2.000 · R$ 1.872
- salário do meio de cada um
- Idade média
- 31,8 anos
- de quem foi contratado
- Jornada média
- 41,3h
- por semana
- Contratações
- 25.253
- no período medido
Os valores são o salário registrado em carteira. Não incluem comissão, bônus, PLR, hora extra, adicionais (noturno, periculosidade, insalubridade) nem benefícios como vale e plano de saúde — em profissões que ganham por comissão, o total recebido pode ser bem maior.
Tabela de salários
Nenhuma profissão desta lista casa com o que você digitou. Buscar em todas as profissões
- Fiscal de lojaR$ 2.221
- Mecânico de veículos automotores a dieselR$ 2.800
- Motorista de ônibus rodoviárioR$ 3.000Todo mundo foi contratado pelo mesmo salário — pode ser uma empresa só contratando muita gente de uma vez, e não o que a cidade costuma pagar.
- Operador de empilhadeiraR$ 2.733
- Recepcionista de hotelR$ 1.653Todo mundo foi contratado pelo mesmo salário — pode ser uma empresa só contratando muita gente de uma vez, e não o que a cidade costuma pagar.
- Trabalhador de serviços de limpeza e conservação de áreas públicasR$ 2.212
O salário mostrado é o do meio: metade ganhou mais, metade ganhou menos. Toque na profissão para ver os detalhes. A marca pouco quer dizer que menos de 30 pessoas foram contratadas naquela profissão no período: o valor serve como ideia geral, mas pode mudar bastante. O campo acima filtra as profissões desta página; para procurar em todas, use a busca de profissões.
Profissões em alta e em queda
Comparando quantas pessoas foram contratadas e quantas saíram de cada profissão entre julho de 2025 a junho de 2026.
Contratando mais do que perdendo
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Alimentador de linha de produção+311
1641 contratados, 1330 saíram · cresceu em 11 de 12 meses
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Auxiliar de escritório+120
1333 contratados, 1213 saíram · cresceu em 7 de 12 meses
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Abatedor+103
1642 contratados, 1539 saíram · cresceu em 8 de 12 meses
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Técnico de enfermagem+91
418 contratados, 327 saíram · cresceu em 7 de 12 meses
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Faxineiro+83
1127 contratados, 1044 saíram · cresceu em 7 de 12 meses
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Magarefe+72
1071 contratados, 999 saíram · cresceu em 6 de 12 meses
Perdendo mais do que contratando
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Operador de máquinas fixas-107
129 contratados, 236 saíram · não cresceu em nenhum mês
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Operador de máquinas de fabricação de doces, salgados e massas alimentícias-87
122 contratados, 209 saíram · não cresceu em nenhum mês
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Inspetor de qualidade-86
102 contratados, 188 saíram · cresceu em 2 de 12 meses
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Auxiliar geral de conservação de vias permanentes-34
75 contratados, 109 saíram · cresceu em 3 de 12 meses
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Cozinheiro geral-31
177 contratados, 208 saíram · cresceu em 4 de 12 meses
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Preparador de calçados-27
38 contratados, 65 saíram · cresceu em 3 de 12 meses
Saldo alto não quer dizer muitas vagas, e vaga que aparece toda hora não quer dizer profissão em crescimento: uma profissão pode contratar muito e perder ainda mais gente — é rotatividade, não demanda.
Ver a lista completa de profissões em altaMovimentação do emprego
Quantas pessoas foram contratadas e quantas saíram de um emprego na cidade entre julho de 2025 a junho de 2026, somando todas as profissões.
Contratações
25.253
Saídas
24.243
Diferença
+1.010
mais entradas que saídas
Esta diferença vale para o período acima. Um período diferente pode dar um resultado diferente — um único mês forte muda o sinal da conta — então ela não mede se a cidade está crescendo ou encolhendo.
Salário por escolaridade
Quanto ganha quem foi contratado, por nível de estudo.
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Sem escolaridade 0,3%R$ 1.872
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Fundamental incompleto (até o 5º ano) 2,2%R$ 1.862
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Até o 5º ano 1,9%R$ 1.925
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Do 6º ao 9º ano 8,2%R$ 1.872
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Fundamental completo 12%R$ 1.900
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Médio incompleto 14%R$ 1.872
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Médio completo 46%R$ 1.950
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Superior incompleto 7,0%R$ 2.009
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Superior completo 6,9%R$ 2.633
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Pós-graduação 1,3%R$ 4.105
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Mestrado 0,2%R$ 2.660
Em muitas cidades o salário de entrada é praticamente o mesmo até o ensino médio — quem muda a faixa é o ensino superior completo.
Salário por setor
Onde as empresas contrataram, e quanto cada setor pagou.
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Indústria 32%R$ 1.945
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Comércio e oficinas 25%R$ 1.872
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Construção 7,4%R$ 2.155
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Transporte e entregas 7,2%R$ 2.133
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Serviços para empresas 5,7%R$ 1.789
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Saúde e assistência social 5,6%R$ 2.300
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Hotéis, bares e restaurantes 4,3%R$ 1.800
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Educação 3,2%R$ 1.831
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Outros serviços 2,4%R$ 1.674
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Escritórios técnicos e consultorias 2,3%R$ 2.200
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Tecnologia e comunicação 1,3%R$ 2.070
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Bancos e seguros 0,8%R$ 2.678
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Imobiliárias 0,5%R$ 2.000
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Agricultura e pecuária 0,5%R$ 1.880
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Cultura, esporte e lazer 0,4%R$ 1.964
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Mineração 0,2%R$ 2.200
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Administração pública 0,1%R$ 3.036
O setor que mais contrata não é o que melhor paga — vale comparar as duas colunas.
Quem é contratado — idade
Faixa de idade de quem foi contratado na cidade.
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14-17 anos 5,2%R$ 936
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18-24 anos 27%R$ 1.900
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25-29 anos 18%R$ 1.964
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30-39 anos 25%R$ 2.000
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40-49 anos 17%R$ 2.013
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50-59 anos 6,5%R$ 1.991
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60 anos ou mais 1,8%R$ 1.960
Quem é contratado — homens e mulheres
Proporção das contratações e o salário do meio de cada um.
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Homens 52%R$ 2.000
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Mulheres 48%R$ 1.872
Estes são salários de entrada, e a maioria das contratações sai perto do piso — o que aproxima os dois valores. A diferença ao longo da carreira, com promoções e tempo de casa, não aparece neste dado.
Por que a vaga abriu
Motivo da saída de quem deixou o emprego na cidade.
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A pessoa pediu para sair 54%13093
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A empresa demitiu (sem justa causa) 28%6669
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Acabou o contrato temporário 14%3461
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A empresa demitiu por justa causa 3,1%763
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Acordo entre as duas partes 0,7%163
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Falecimento 0,3%80
Boa parte das vagas abre porque a própria pessoa pediu para sair, não por demissão.
As informações de escolaridade, setor, idade, movimentação e motivo de saída consideram julho de 2025 a junho de 2026 — um período maior que o da tabela de salários, para dar número suficiente em cidades menores.
De onde vêm estes valores
São os salários que as empresas registraram ao contratar, informados ao Ministério do Trabalho e Emprego entre de 1 a de 2. Não é pesquisa nem estimativa: é o que consta na carteira de quem foi contratado. Os dados vêm dos microdados do Novo CAGED, publicados pelo governo federal.
O valor em destaque é o do meio: metade das pessoas foi contratada ganhando mais que ele, metade ganhando menos. Preferimos ele à média, porque poucos salários altos puxariam a média para cima e passariam uma ideia errada.
O salário depende da empresa, da experiência e do que o trabalho exige — estes valores servem para você ter uma referência, não para garantir quanto vai receber.