Salários em Jaú - SP
A média salarial em Jaú é de R$ 2.287, mas o valor do meio é R$ 2.090 — ou seja, a maioria é contratada perto do piso e a média sobe por causa de poucos salários altos.
- Salário do meio
- R$ 2.090
- metade ganhou mais, metade menos
- Salário médio
- R$ 2.287
- a média de todas as contratações
- Homens e mulheres
- R$ 2.190 · R$ 1.998
- salário do meio de cada um
- Idade média
- 32,8 anos
- de quem foi contratado
- Jornada média
- 42,3h
- por semana
- Contratações
- 20.916
- no período medido
Os valores são o salário registrado em carteira. Não incluem comissão, bônus, PLR, hora extra, adicionais (noturno, periculosidade, insalubridade) nem benefícios como vale e plano de saúde — em profissões que ganham por comissão, o total recebido pode ser bem maior.
Tabela de salários
Nenhuma profissão desta lista casa com o que você digitou. Buscar em todas as profissões
- Ajustador mecânicoR$ 2.026
- Analista de recursos humanosR$ 3.000
- CarregadorR$ 2.355
- Cuidador de idososR$ 1.985
- Impressor de ofseteR$ 2.398Todo mundo foi contratado pelo mesmo salário — pode ser uma empresa só contratando muita gente de uma vez, e não o que a cidade costuma pagar.
- Lavador de veículosR$ 1.805
- MarceneiroR$ 2.144
- Mergulhador profissionalR$ 2.162Todo mundo foi contratado pelo mesmo salário — pode ser uma empresa só contratando muita gente de uma vez, e não o que a cidade costuma pagar.
- Montador de máquinasR$ 2.350
- MotofretistaR$ 2.088
- Operador de máquinas de construção civil e mineraçãoR$ 3.013
- Rebarbador de metalR$ 2.140
O salário mostrado é o do meio: metade ganhou mais, metade ganhou menos. Toque na profissão para ver os detalhes. A marca pouco quer dizer que menos de 30 pessoas foram contratadas naquela profissão no período: o valor serve como ideia geral, mas pode mudar bastante. O campo acima filtra as profissões desta página; para procurar em todas, use a busca de profissões.
Profissões em alta e em queda
Comparando quantas pessoas foram contratadas e quantas saíram de cada profissão entre julho de 2025 a junho de 2026.
Contratando mais do que perdendo
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Auxiliar de escritório+115
1076 contratados, 961 saíram · cresceu em 7 de 12 meses
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Embalador, a mão+105
410 contratados, 305 saíram · cresceu em 10 de 12 meses
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Faxineiro+101
556 contratados, 455 saíram · cresceu em 9 de 12 meses
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Armazenista+80
482 contratados, 402 saíram · cresceu em 8 de 12 meses
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Alimentador de linha de produção+78
1097 contratados, 1019 saíram · cresceu em 6 de 12 meses
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Camareiro de hotel+71
186 contratados, 115 saíram · cresceu em 7 de 12 meses
Perdendo mais do que contratando
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Acabador de calçados-124
575 contratados, 699 saíram · cresceu em 3 de 12 meses
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Trabalhador da cultura de cana-de-açúcar-46
91 contratados, 137 saíram · cresceu em 5 de 12 meses
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Montador de calçados-42
186 contratados, 228 saíram · cresceu em 3 de 12 meses
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Pedreiro-28
169 contratados, 197 saíram · cresceu em 3 de 12 meses
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Assistente administrativo-27
417 contratados, 444 saíram · cresceu em 6 de 12 meses
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Impressor de ofsete-27
64 contratados, 91 saíram · cresceu em 3 de 12 meses
Saldo alto não quer dizer muitas vagas, e vaga que aparece toda hora não quer dizer profissão em crescimento: uma profissão pode contratar muito e perder ainda mais gente — é rotatividade, não demanda.
Ver a lista completa de profissões em altaMovimentação do emprego
Quantas pessoas foram contratadas e quantas saíram de um emprego na cidade entre julho de 2025 a junho de 2026, somando todas as profissões.
Contratações
20.916
Saídas
20.539
Diferença
+377
mais entradas que saídas
Esta diferença vale para o período acima. Um período diferente pode dar um resultado diferente — um único mês forte muda o sinal da conta — então ela não mede se a cidade está crescendo ou encolhendo.
Salário por escolaridade
Quanto ganha quem foi contratado, por nível de estudo.
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Sem escolaridade 0,2%R$ 2.009
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Fundamental incompleto (até o 5º ano) 0,7%R$ 2.190
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Até o 5º ano 0,7%R$ 2.192
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Do 6º ao 9º ano 3,2%R$ 2.113
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Fundamental completo 9,3%R$ 2.200
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Médio incompleto 9,3%R$ 2.009
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Médio completo 66%R$ 2.088
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Superior incompleto 3,3%R$ 2.105
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Superior completo 6,8%R$ 2.524
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Pós-graduação 0,7%R$ 3.627
Em muitas cidades o salário de entrada é praticamente o mesmo até o ensino médio — quem muda a faixa é o ensino superior completo.
Salário por setor
Onde as empresas contrataram, e quanto cada setor pagou.
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Comércio e oficinas 32%R$ 2.088
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Indústria 29%R$ 2.109
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Saúde e assistência social 8,3%R$ 2.011
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Construção 7,1%R$ 2.502
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Hotéis, bares e restaurantes 5,3%R$ 1.927
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Transporte e entregas 4,4%R$ 2.535
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Serviços para empresas 3,7%R$ 1.960
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Educação 2,4%R$ 1.900
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Outros serviços 2,1%R$ 1.848
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Agricultura e pecuária 1,9%R$ 2.000
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Escritórios técnicos e consultorias 1,4%R$ 2.200
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Imobiliárias 0,9%R$ 2.007
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Cultura, esporte e lazer 0,8%R$ 1.958
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Bancos e seguros 0,4%R$ 2.275
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Tecnologia e comunicação 0,3%R$ 2.353
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Água e saneamento 0,2%R$ 1.640
O setor que mais contrata não é o que melhor paga — vale comparar as duas colunas.
Quem é contratado — idade
Faixa de idade de quem foi contratado na cidade.
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14-17 anos 4,6%R$ 1.621
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18-24 anos 27%R$ 2.014
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25-29 anos 16%R$ 2.100
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30-39 anos 24%R$ 2.133
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40-49 anos 18%R$ 2.180
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50-59 anos 8,7%R$ 2.162
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60 anos ou mais 2,3%R$ 2.188
Quem é contratado — homens e mulheres
Proporção das contratações e o salário do meio de cada um.
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Homens 56%R$ 2.190
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Mulheres 44%R$ 1.998
Estes são salários de entrada, e a maioria das contratações sai perto do piso — o que aproxima os dois valores. A diferença ao longo da carreira, com promoções e tempo de casa, não aparece neste dado.
Por que a vaga abriu
Motivo da saída de quem deixou o emprego na cidade.
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A empresa demitiu (sem justa causa) 46%9503
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A pessoa pediu para sair 38%7830
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Acabou o contrato temporário 13%2615
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A empresa demitiu por justa causa 1,8%378
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Acordo entre as duas partes 0,6%127
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Falecimento 0,4%75
Boa parte das vagas abre porque a própria pessoa pediu para sair, não por demissão.
As informações de escolaridade, setor, idade, movimentação e motivo de saída consideram julho de 2025 a junho de 2026 — um período maior que o da tabela de salários, para dar número suficiente em cidades menores.
De onde vêm estes valores
São os salários que as empresas registraram ao contratar, informados ao Ministério do Trabalho e Emprego entre de 1 a de 2. Não é pesquisa nem estimativa: é o que consta na carteira de quem foi contratado. Os dados vêm dos microdados do Novo CAGED, publicados pelo governo federal.
O valor em destaque é o do meio: metade das pessoas foi contratada ganhando mais que ele, metade ganhando menos. Preferimos ele à média, porque poucos salários altos puxariam a média para cima e passariam uma ideia errada.
O salário depende da empresa, da experiência e do que o trabalho exige — estes valores servem para você ter uma referência, não para garantir quanto vai receber.