Salários em Cabo de Santo Agostinho - PE
A média salarial em Cabo de Santo Agostinho é de R$ 7.347, mas o valor do meio é R$ 1.729 — ou seja, a maioria é contratada perto do piso e a média sobe por causa de poucos salários altos.
- Salário do meio
- R$ 1.729
- metade ganhou mais, metade menos
- Salário médio
- R$ 7.347
- a média de todas as contratações
- Homens e mulheres
- R$ 1.738 · R$ 1.651
- salário do meio de cada um
- Idade média
- 33,8 anos
- de quem foi contratado
- Jornada média
- 42,7h
- por semana
- Contratações
- 24.522
- no período medido
Os valores são o salário registrado em carteira. Não incluem comissão, bônus, PLR, hora extra, adicionais (noturno, periculosidade, insalubridade) nem benefícios como vale e plano de saúde — em profissões que ganham por comissão, o total recebido pode ser bem maior.
Tabela de salários
Nenhuma profissão desta lista casa com o que você digitou. Buscar em todas as profissões
- Analista de recursos humanosR$ 3.500
- Embalador, a mãoR$ 1.633Todo mundo foi contratado pelo mesmo salário — pode ser uma empresa só contratando muita gente de uma vez, e não o que a cidade costuma pagar.
- GarçomR$ 1.855
- Motorista de carro de passeioR$ 2.502
- Trabalhador de serviços de limpeza e conservação de áreas públicasR$ 1.634Todo mundo foi contratado pelo mesmo salário — pode ser uma empresa só contratando muita gente de uma vez, e não o que a cidade costuma pagar.
- Vendedor em comércio atacadistaR$ 3.749
O salário mostrado é o do meio: metade ganhou mais, metade ganhou menos. Toque na profissão para ver os detalhes. A marca pouco quer dizer que menos de 30 pessoas foram contratadas naquela profissão no período: o valor serve como ideia geral, mas pode mudar bastante. O campo acima filtra as profissões desta página; para procurar em todas, use a busca de profissões.
Profissões em alta e em queda
Comparando quantas pessoas foram contratadas e quantas saíram de cada profissão entre julho de 2025 a junho de 2026.
Contratando mais do que perdendo
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Servente de obras+864
1919 contratados, 1055 saíram · cresceu em 10 de 12 meses
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Montador de andaimes+472
673 contratados, 201 saíram · cresceu em 8 de 12 meses
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Armazenista+356
1459 contratados, 1103 saíram · cresceu em 8 de 12 meses
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Alimentador de linha de produção+250
1381 contratados, 1131 saíram · cresceu em 8 de 12 meses
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Pedreiro+157
442 contratados, 285 saíram · cresceu em 10 de 12 meses
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Faxineiro+137
519 contratados, 382 saíram · cresceu nos 12 meses
Perdendo mais do que contratando
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Trabalhador da cultura de cana-de-açúcar-88
185 contratados, 273 saíram · cresceu em 3 de 12 meses
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Conferente de carga e descarga-69
101 contratados, 170 saíram · cresceu em 1 de 12 meses
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Operador de empilhadeira-69
238 contratados, 307 saíram · cresceu em 2 de 12 meses
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Caldeireiro-57
329 contratados, 386 saíram · cresceu em 3 de 12 meses
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Operador de máquinas fixas-52
54 contratados, 106 saíram · cresceu em 4 de 12 meses
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Mecânico de manutenção de máquinas-40
238 contratados, 278 saíram · cresceu em 6 de 12 meses
Saldo alto não quer dizer muitas vagas, e vaga que aparece toda hora não quer dizer profissão em crescimento: uma profissão pode contratar muito e perder ainda mais gente — é rotatividade, não demanda.
Ver a lista completa de profissões em altaMovimentação do emprego
Quantas pessoas foram contratadas e quantas saíram de um emprego na cidade entre julho de 2025 a junho de 2026, somando todas as profissões.
Contratações
24.522
Saídas
20.184
Diferença
+4.338
mais entradas que saídas
Esta diferença vale para o período acima. Um período diferente pode dar um resultado diferente — um único mês forte muda o sinal da conta — então ela não mede se a cidade está crescendo ou encolhendo.
Salário por escolaridade
Quanto ganha quem foi contratado, por nível de estudo.
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Sem escolaridade 0,3%R$ 1.644
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Fundamental incompleto (até o 5º ano) 1,5%R$ 1.738
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Até o 5º ano 1,1%R$ 1.723
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Do 6º ao 9º ano 4,0%R$ 1.738
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Fundamental completo 3,6%R$ 1.718
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Médio incompleto 4,1%R$ 1.654
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Médio completo 76%R$ 1.702
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Superior incompleto 2,4%R$ 1.923
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Superior completo 6,0%R$ 3.500
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Pós-graduação 1,3%R$ 4.607
Em muitas cidades o salário de entrada é praticamente o mesmo até o ensino médio — quem muda a faixa é o ensino superior completo.
Salário por setor
Onde as empresas contrataram, e quanto cada setor pagou.
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Construção 25%R$ 2.310
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Comércio e oficinas 22%R$ 1.655
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Indústria 19%R$ 1.800
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Transporte e entregas 13%R$ 1.781
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Serviços para empresas 6,9%R$ 1.674
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Hotéis, bares e restaurantes 5,2%R$ 1.700
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Saúde e assistência social 2,4%R$ 1.648
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Educação 1,8%R$ 1.621
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Escritórios técnicos e consultorias 1,8%R$ 2.000
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Água e saneamento 0,9%R$ 1.621
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Agricultura e pecuária 0,7%R$ 1.541
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Tecnologia e comunicação 0,5%R$ 1.621
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Outros serviços 0,5%R$ 1.700
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Cultura, esporte e lazer 0,3%R$ 1.618
O setor que mais contrata não é o que melhor paga — vale comparar as duas colunas.
Quem é contratado — idade
Faixa de idade de quem foi contratado na cidade.
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14-17 anos 0,6%R$ 762
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18-24 anos 26%R$ 1.632
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25-29 anos 15%R$ 1.700
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30-39 anos 27%R$ 1.740
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40-49 anos 21%R$ 2.000
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50-59 anos 8,6%R$ 2.186
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60 anos ou mais 1,7%R$ 2.426
Quem é contratado — homens e mulheres
Proporção das contratações e o salário do meio de cada um.
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Homens 74%R$ 1.738
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Mulheres 26%R$ 1.651
Estes são salários de entrada, e a maioria das contratações sai perto do piso — o que aproxima os dois valores. A diferença ao longo da carreira, com promoções e tempo de casa, não aparece neste dado.
Por que a vaga abriu
Motivo da saída de quem deixou o emprego na cidade.
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A empresa demitiu (sem justa causa) 54%10960
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A pessoa pediu para sair 28%5560
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Acabou o contrato temporário 15%3028
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A empresa demitiu por justa causa 2,0%402
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Acordo entre as duas partes 0,6%124
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Falecimento 0,4%83
Boa parte das vagas abre porque a própria pessoa pediu para sair, não por demissão.
As informações de escolaridade, setor, idade, movimentação e motivo de saída consideram julho de 2025 a junho de 2026 — um período maior que o da tabela de salários, para dar número suficiente em cidades menores.
De onde vêm estes valores
São os salários que as empresas registraram ao contratar, informados ao Ministério do Trabalho e Emprego entre de 1 a de 2. Não é pesquisa nem estimativa: é o que consta na carteira de quem foi contratado. Os dados vêm dos microdados do Novo CAGED, publicados pelo governo federal.
O valor em destaque é o do meio: metade das pessoas foi contratada ganhando mais que ele, metade ganhando menos. Preferimos ele à média, porque poucos salários altos puxariam a média para cima e passariam uma ideia errada.
O salário depende da empresa, da experiência e do que o trabalho exige — estes valores servem para você ter uma referência, não para garantir quanto vai receber.