Salários em Barretos - SP
A média salarial em Barretos é de R$ 2.405, mas o valor do meio é R$ 2.063 — ou seja, a maioria é contratada perto do piso e a média sobe por causa de poucos salários altos.
- Salário do meio
- R$ 2.063
- metade ganhou mais, metade menos
- Salário médio
- R$ 2.405
- a média de todas as contratações
- Homens e mulheres
- R$ 2.131 · R$ 2.013
- salário do meio de cada um
- Idade média
- 32,8 anos
- de quem foi contratado
- Jornada média
- 43h
- por semana
- Contratações
- 17.417
- no período medido
Os valores são o salário registrado em carteira. Não incluem comissão, bônus, PLR, hora extra, adicionais (noturno, periculosidade, insalubridade) nem benefícios como vale e plano de saúde — em profissões que ganham por comissão, o total recebido pode ser bem maior.
Tabela de salários
Nenhuma profissão desta lista casa com o que você digitou. Buscar em todas as profissões
- Auxiliar de manutenção predialR$ 2.140
- Eletricista de instalaçõesR$ 2.665
- Empregado doméstico nos serviços geraisR$ 1.851
- Gerente de loja e supermercadoR$ 3.148
- MestreR$ 3.000
- Operador de máquinas fixasR$ 2.671
- RecreadorR$ 2.040
- Supervisor administrativoR$ 6.852
- Trabalhador da manutenção de edificaçõesR$ 2.190
O salário mostrado é o do meio: metade ganhou mais, metade ganhou menos. Toque na profissão para ver os detalhes. A marca pouco quer dizer que menos de 30 pessoas foram contratadas naquela profissão no período: o valor serve como ideia geral, mas pode mudar bastante. O campo acima filtra as profissões desta página; para procurar em todas, use a busca de profissões.
Profissões em alta e em queda
Comparando quantas pessoas foram contratadas e quantas saíram de cada profissão entre julho de 2025 a junho de 2026.
Contratando mais do que perdendo
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Alimentador de linha de produção+146
1011 contratados, 865 saíram · cresceu em 10 de 12 meses
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Auxiliar de escritório+144
784 contratados, 640 saíram · cresceu em 8 de 12 meses
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Servente de obras+106
572 contratados, 466 saíram · cresceu em 9 de 12 meses
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Trabalhador no cultivo de árvores frutíferas+101
269 contratados, 168 saíram · cresceu em 8 de 12 meses
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Pedreiro+79
332 contratados, 253 saíram · cresceu em 9 de 12 meses
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Trabalhador de serviços de limpeza e conservação de áreas públicas+63
239 contratados, 176 saíram · cresceu em 9 de 12 meses
Perdendo mais do que contratando
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Operador de máquinas fixas-69
62 contratados, 131 saíram · cresceu em 2 de 12 meses
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Operador de máquinas de beneficiamento de produtos agrícolas-40
39 contratados, 79 saíram · cresceu em 5 de 12 meses
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Trabalhador agropecuário em geral-36
180 contratados, 216 saíram · cresceu em 4 de 12 meses
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Vendedor de comércio varejista-30
1048 contratados, 1078 saíram · cresceu em 3 de 12 meses
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Operador de caixa-27
513 contratados, 540 saíram · cresceu em 4 de 12 meses
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Tratorista agrícola-23
263 contratados, 286 saíram · cresceu em 4 de 12 meses
Saldo alto não quer dizer muitas vagas, e vaga que aparece toda hora não quer dizer profissão em crescimento: uma profissão pode contratar muito e perder ainda mais gente — é rotatividade, não demanda.
Ver a lista completa de profissões em altaMovimentação do emprego
Quantas pessoas foram contratadas e quantas saíram de um emprego na cidade entre julho de 2025 a junho de 2026, somando todas as profissões.
Contratações
17.417
Saídas
16.913
Diferença
+504
mais entradas que saídas
Esta diferença vale para o período acima. Um período diferente pode dar um resultado diferente — um único mês forte muda o sinal da conta — então ela não mede se a cidade está crescendo ou encolhendo.
Salário por escolaridade
Quanto ganha quem foi contratado, por nível de estudo.
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Fundamental incompleto (até o 5º ano) 0,9%R$ 2.040
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Até o 5º ano 1,3%R$ 2.033
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Do 6º ao 9º ano 3,0%R$ 2.000
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Fundamental completo 5,2%R$ 2.040
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Médio incompleto 6,5%R$ 1.951
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Médio completo 70%R$ 2.040
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Superior incompleto 3,4%R$ 2.119
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Superior completo 8,4%R$ 3.316
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Pós-graduação 0,9%R$ 6.559
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Mestrado 0,2%36
Em muitas cidades o salário de entrada é praticamente o mesmo até o ensino médio — quem muda a faixa é o ensino superior completo.
Salário por setor
Onde as empresas contrataram, e quanto cada setor pagou.
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Comércio e oficinas 26%R$ 2.090
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Indústria 14%R$ 2.000
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Saúde e assistência social 13%R$ 2.000
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Serviços para empresas 8,7%R$ 2.084
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Construção 7,5%R$ 2.236
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Hotéis, bares e restaurantes 6,9%R$ 2.040
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Agricultura e pecuária 6,7%R$ 2.131
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Escritórios técnicos e consultorias 4,2%R$ 2.190
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Transporte e entregas 3,1%R$ 2.494
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Cultura, esporte e lazer 2,5%R$ 2.040
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Educação 2,2%R$ 2.000
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Outros serviços 1,9%R$ 1.925
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Tecnologia e comunicação 1,6%R$ 1.562
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Bancos e seguros 0,6%R$ 2.300
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Imobiliárias 0,3%R$ 1.947
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Água e saneamento 0,3%R$ 1.899
O setor que mais contrata não é o que melhor paga — vale comparar as duas colunas.
Quem é contratado — idade
Faixa de idade de quem foi contratado na cidade.
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14-17 anos 2,0%R$ 1.700
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18-24 anos 28%R$ 1.988
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25-29 anos 17%R$ 2.073
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30-39 anos 26%R$ 2.119
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40-49 anos 18%R$ 2.150
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50-59 anos 7,9%R$ 2.120
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60 anos ou mais 2,0%R$ 2.173
Quem é contratado — homens e mulheres
Proporção das contratações e o salário do meio de cada um.
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Homens 55%R$ 2.131
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Mulheres 45%R$ 2.013
Estes são salários de entrada, e a maioria das contratações sai perto do piso — o que aproxima os dois valores. A diferença ao longo da carreira, com promoções e tempo de casa, não aparece neste dado.
Por que a vaga abriu
Motivo da saída de quem deixou o emprego na cidade.
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A empresa demitiu (sem justa causa) 43%7357
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A pessoa pediu para sair 42%7080
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Acabou o contrato temporário 11%1854
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A empresa demitiu por justa causa 2,5%417
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Acordo entre as duas partes 0,6%99
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Falecimento 0,4%75
Boa parte das vagas abre porque a própria pessoa pediu para sair, não por demissão.
As informações de escolaridade, setor, idade, movimentação e motivo de saída consideram julho de 2025 a junho de 2026 — um período maior que o da tabela de salários, para dar número suficiente em cidades menores.
De onde vêm estes valores
São os salários que as empresas registraram ao contratar, informados ao Ministério do Trabalho e Emprego entre de 1 a de 2. Não é pesquisa nem estimativa: é o que consta na carteira de quem foi contratado. Os dados vêm dos microdados do Novo CAGED, publicados pelo governo federal.
O valor em destaque é o do meio: metade das pessoas foi contratada ganhando mais que ele, metade ganhando menos. Preferimos ele à média, porque poucos salários altos puxariam a média para cima e passariam uma ideia errada.
O salário depende da empresa, da experiência e do que o trabalho exige — estes valores servem para você ter uma referência, não para garantir quanto vai receber.