Trabalhador da fabricação de resinas e vernizes

A Classificação Brasileira de Ocupações descreve 40 atribuições para trabalhador da fabricação de resinas e vernizes, em 7 áreas de atuação.

CBO 811125
Salário típico
R$ 2.355
horário normal (44h por semana)
Cidades com dado
1
11 contratações
Vagas criadas
+35
cresceu em 3 das 4 cidades
Atribuições
40
em 7 áreas de atuação

Quanto paga

Horário normal (44h por semana)

11 contratações em 1 cidade

R$ 2.355

O valor é o do meio entre as cidades: metade paga mais, metade paga menos. Contratações de abril a junho de 2026.

O que faz um trabalhador da fabricação de resinas e vernizes

As atribuições abaixo são as que a Classificação Brasileira de Ocupações registra para esta profissão. O que se faz de fato varia com a empresa e com o porte do lugar.

Preparar pastas, bases e concentrados para tintas

1
  • Interpretar fórmulas

Preparar máquinas e equipamentos

5
  • Regular máquinas e equipamentos
  • Ajustar máquinas e equipamentos
  • Testar máquinas e equipamentos
  • Solicitar a manutenção de máquinas e equipamentos

Moer matérias-primas (dióxidos, óxidos, carbonatos, pigmentos orgânicos e inorgânicos)

1
  • Inspecionar equipamentos

Fabricar tintas e concentrados

3
  • Analisar ordem de produção
  • Pesar componentes
  • Controlar viscosidade, brilho e fineza da tinta

Fabricar resinas e vernizes

8
  • Conferir componentes
  • Abastecer reatores
  • Operar reatores
  • Controlar acidez, viscosidade e outros parâmetros físico-químicos

Acondicionar tintas, vernizes, resinas e concentrados

7
  • Instalar filtro e peneira para envazamento
  • Requisitar embalagens
  • Fixar etiquetas nas embalagens
  • Regular máquina envasadora

Trabalhar com segurança

5
  • Identificar situações de riscos
  • Usar equipamentos de proteção individual (epi)
  • Manter epi em condições de uso
  • Participar de programas de segurança do trabalho

Competências que a função pede

Estas a CBO lista para quase toda profissão — não são específicas desta.

  • Demonstrar atenção concentrada
  • Demonstrar flexibilidade
  • Demonstrar senso de auto-organização
  • Liderar pessoas
  • Agir com responsabilidade
  • Demonstrar destreza manual
  • Agir com iniciativa
  • Relacionar-se com outras pessoas
  • Agir com criatividade
  • Agir com objetividade

Está contratando?

Sim, na maior parte do país.

Contratou 35 pessoas mais do que perdeu, e cresceu em 3 das 4 cidades onde há dado.

Contratações
114
Saídas
79
Cidades com dado
4
Cidades onde cresceu 75%

Isto mede contratações e saídas com carteira assinada, não vagas abertas agora. Dados de abril a junho de 2026. Ver o salário por cidade.

Perguntas frequentes

O que faz um trabalhador da fabricação de resinas e vernizes?

Segundo a Classificação Brasileira de Ocupações, um trabalhador da fabricação de resinas e vernizes tem 40 atribuições descritas, distribuídas em 7 áreas de atuação. Em preparar pastas, bases e concentrados para tintas, por exemplo: interpretar fórmulas.

Quanto ganha um trabalhador da fabricação de resinas e vernizes?

A mediana do salário de contratação de trabalhador da fabricação de resinas e vernizes é R$ 2.355 na cidade do meio, considerando 11 contratações em 1 cidades. Valores de admissões formais declaradas ao Ministério do Trabalho (Novo CAGED), abril a junho de 2026.

A profissão de trabalhador da fabricação de resinas e vernizes está contratando?

Sim, na maior parte do país. Contratou 35 pessoas mais do que perdeu, e cresceu em 3 das 4 cidades onde há dado.

De onde vem a descrição da profissão

As atribuições e competências são as registradas na Classificação Brasileira de Ocupações (CBO), do Ministério do Trabalho e Emprego, citadas como constam na fonte. Esta profissão é o código 811125.

A CBO descreve a ocupação de forma geral, para todo o país. O que cada empresa pede numa vaga específica pode ser mais restrito — ou mais amplo — do que está aqui.

De onde vêm estes valores

São os salários que as empresas registraram ao contratar, informados ao Ministério do Trabalho e Emprego entre abril a junho de 2026. Não é pesquisa nem estimativa: é o que consta na carteira de quem foi contratado. Os dados vêm dos microdados do Novo CAGED, publicados pelo governo federal.

O valor em destaque é o do meio: metade das pessoas foi contratada ganhando mais que ele, metade ganhando menos. Preferimos ele à média, porque poucos salários altos puxariam a média para cima e passariam uma ideia errada.

O salário depende da empresa, da experiência e do que o trabalho exige — estes valores servem para você ter uma referência, não para garantir quanto vai receber.