Analista de seguros

A Classificação Brasileira de Ocupações descreve 37 atribuições para analista de seguros, em 4 áreas de atuação.

CBO 351705 Analista de seguros (técnico)
Salário típico
R$ 3.345
meio período
Cidades com dado
8
455 contratações
Vagas criadas
+159
cresceu em 6 das 10 cidades
Atribuições
37
em 4 áreas de atuação

Quanto paga

Meio período

455 contratações em 8 cidades

R$ 3.345

de R$ 2.000 a R$ 5.580

Menos horas por semana, então o valor é proporcional à jornada — não se compara direto com o de horário normal.

Horário normal (44h por semana)

114 contratações em 3 cidades

R$ 3.520

de R$ 1.744 a R$ 3.700

O valor é o do meio entre as cidades: metade paga mais, metade paga menos. Contratações de abril a junho de 2026.

O que faz um analista de seguros

As atribuições abaixo são as que a Classificação Brasileira de Ocupações registra para esta profissão. O que se faz de fato varia com a empresa e com o porte do lugar.

Comercializar seguros

3
  • Levantar necessidades dos clientes
  • Transmitir informações sobre necessidades de clientes
  • Dar suporte técnico e comercial aos clientes

Subscrever riscos

10
  • Recepcionar pedidos de cotação e ou propostas
  • Analisar condições propostas para o seguro
  • Requisitar laudos médicos e inspeções
  • Enquadrar propostas às condições de resseguro e co-seguro da companhia

Desenvolver produtos

10
  • Pesquisar mercado concorrente
  • Comparar produtos de concorrentes
  • Consultar demais áreas da empresa
  • Pesquisar legislação

Elaborar documentação técnica

3
  • Redigir condições contratuais para novos produtos
  • Criar normas e procedimentos internos
  • Juntar documentação para licitações

Competências que a função pede

Estas a CBO lista para quase toda profissão — não são específicas desta.

  • Agir com paciência
  • Agir com empatia
  • Demonstrar flexibilidade
  • Dar provas de credibilidade
  • Demonstrar capacidade de pesquisa
  • Raciocinar de forma lógica
  • Demonstrar capacidade de decisão
  • Agir com persuasão
  • Demonstrar senso de observação
  • Expressar-se de forma oral e escrita
  • Agir com objetividade

Está contratando?

Sim, mas varia muito de cidade para cidade.

Contratou 159 pessoas mais do que perdeu, e cresceu em 6 das 10 cidades onde há dado.

Contratações
2.131
Saídas
1.972
Cidades com dado
10
Cidades onde cresceu 60%

Isto mede contratações e saídas com carteira assinada, não vagas abertas agora. Dados de abril a junho de 2026. Ver o salário por cidade.

Perguntas frequentes

O que faz um analista de seguros?

Segundo a Classificação Brasileira de Ocupações, um analista de seguros tem 37 atribuições descritas, distribuídas em 4 áreas de atuação. Em comercializar seguros, por exemplo: levantar necessidades dos clientes; transmitir informações sobre necessidades de clientes; dar suporte técnico e comercial aos clientes.

Quanto ganha um analista de seguros?

A mediana do salário de contratação de analista de seguros é R$ 3.345 na cidade do meio, considerando 455 contratações em 8 cidades. A maior parte das contratações nesta profissão é em meio período, então o valor é proporcional à jornada e não se compara direto com o de quem trabalha 44 horas por semana. Valores de admissões formais declaradas ao Ministério do Trabalho (Novo CAGED), abril a junho de 2026.

A profissão de analista de seguros está contratando?

Sim, mas varia muito de cidade para cidade. Contratou 159 pessoas mais do que perdeu, e cresceu em 6 das 10 cidades onde há dado.

De onde vem a descrição da profissão

As atribuições e competências são as registradas na Classificação Brasileira de Ocupações (CBO), do Ministério do Trabalho e Emprego, citadas como constam na fonte. Esta profissão é o código 351705.

A CBO descreve a ocupação de forma geral, para todo o país. O que cada empresa pede numa vaga específica pode ser mais restrito — ou mais amplo — do que está aqui.

De onde vêm estes valores

São os salários que as empresas registraram ao contratar, informados ao Ministério do Trabalho e Emprego entre abril a junho de 2026. Não é pesquisa nem estimativa: é o que consta na carteira de quem foi contratado. Os dados vêm dos microdados do Novo CAGED, publicados pelo governo federal.

O valor em destaque é o do meio: metade das pessoas foi contratada ganhando mais que ele, metade ganhando menos. Preferimos ele à média, porque poucos salários altos puxariam a média para cima e passariam uma ideia errada.

O salário depende da empresa, da experiência e do que o trabalho exige — estes valores servem para você ter uma referência, não para garantir quanto vai receber.