Quanto ganha um Repositor de mercadorias em Pindamonhangaba - SP
Em Pindamonhangaba, um Repositor de mercadorias é contratado ganhando cerca de R$ 2.127 por mês, segundo os 64 registros de contratação informados ao Ministério do Trabalho.
Horário normal (44h por semana)
R$ 2.127
por mês, na hora da contratação
A maior parte foi contratada ganhando entre R$ 2.115 e R$ 2.127.
Com base em 64 pessoas contratadas entre abril a junho de 2026, segundo os registros do Ministério do Trabalho e Emprego.
Os valores são o salário registrado em carteira. Não incluem comissão, bônus, PLR, hora extra, adicionais (noturno, periculosidade, insalubridade) nem benefícios como vale e plano de saúde — em profissões que ganham por comissão, o total recebido pode ser bem maior.
Perguntas frequentes
Quanto ganha um Repositor de mercadorias em Pindamonhangaba?
Em Pindamonhangaba, o salário de contratação de Repositor de mercadorias é de cerca de R$ 2.127 por mês. A maior parte das contratações abril a junho de 2026 ficou entre R$ 2.115 e R$ 2.127, com base em 64 pessoas contratadas.
Qual o salário inicial de Repositor de mercadorias em Pindamonhangaba?
O piso mais comum na contratação de Repositor de mercadorias em Pindamonhangaba fica em torno de R$ 2.115 por mês — é o valor abaixo do qual ficou um quarto das contratações do período.
O salário de Repositor de mercadorias em Pindamonhangaba é bom?
Comparando com as outras profissões de Pindamonhangaba, Repositor de mercadorias paga praticamente o mesmo que a média das profissões da cidade: são R$ 2.127 por mês contra R$ 2.140 da profissão típica de Pindamonhangaba.
Onde Repositor de mercadorias ganha mais que em Pindamonhangaba?
Entre as 1307 cidades com dados para Repositor de mercadorias, Pindamonhangaba aparece na 111ª posição por salário de contratação — entre as cidades que pagam mais nesta profissão.
Repositor de mercadorias está contratando em Pindamonhangaba?
Em Pindamonhangaba entre julho de 2025 a junho de 2026, 281 pessoas foram contratadas como Repositor de mercadorias e 266 saíram — a profissão contratou 15 pessoas a mais do que perdeu. Ela cresceu em 6 de 12 meses.
De onde vêm estes valores
São os salários que as empresas registraram ao contratar, informados ao Ministério do Trabalho e Emprego entre abril a junho de 2026. Não é pesquisa nem estimativa: é o que consta na carteira de quem foi contratado. Os dados vêm dos microdados do Novo CAGED, publicados pelo governo federal.
O valor em destaque é o do meio: metade das pessoas foi contratada ganhando mais que ele, metade ganhando menos. Preferimos ele à média, porque poucos salários altos puxariam a média para cima e passariam uma ideia errada.
O salário depende da empresa, da experiência e do que o trabalho exige — estes valores servem para você ter uma referência, não para garantir quanto vai receber.