Quanto ganha um Preparador de rações em Bastos - SP

Bastos - SP 18 contratações abril a junho de 2026 amostra pequena

Em Bastos, um Preparador de rações é contratado ganhando cerca de R$ 2.158 por mês, segundo os 18 registros de contratação informados ao Ministério do Trabalho.

Horário normal (44h por semana)

R$ 2.158

por mês, na hora da contratação

A maior parte foi contratada ganhando entre R$ 2.158 e R$ 2.158.

R$ 2.158 R$ 2.158

Com base em 18 pessoas contratadas entre abril a junho de 2026, segundo os registros do Ministério do Trabalho e Emprego.

Pouca gente contratada no período (18 pessoas): serve como ideia geral, mas pode mudar bastante.

Os valores são o salário registrado em carteira. Não incluem comissão, bônus, PLR, hora extra, adicionais (noturno, periculosidade, insalubridade) nem benefícios como vale e plano de saúde — em profissões que ganham por comissão, o total recebido pode ser bem maior.

Perguntas frequentes

Quanto ganha um Preparador de rações em Bastos?

Em Bastos, o salário de contratação de Preparador de rações é de cerca de R$ 2.158 por mês. Todas as 18 contratações abril a junho de 2026 saíram pelo mesmo valor, o que costuma indicar um piso de categoria ou uma única empresa contratando várias pessoas de uma vez — não a variação do mercado.

O salário de Preparador de rações em Bastos é bom?

Comparando com as outras profissões de Bastos, Preparador de rações paga praticamente o mesmo que a média das profissões da cidade: são R$ 2.158 por mês contra R$ 2.061 da profissão típica de Bastos.

Onde Preparador de rações ganha mais que em Bastos?

Entre as 20 cidades com dados para Preparador de rações, Bastos aparece na 11ª posição por salário de contratação — perto do meio, comparando com as outras cidades.

Preparador de rações está contratando em Bastos?

Em Bastos entre julho de 2025 a junho de 2026, 39 pessoas foram contratadas como Preparador de rações e 23 saíram — a profissão contratou 16 pessoas a mais do que perdeu. Ela cresceu em 4 de 12 meses.

De onde vêm estes valores

São os salários que as empresas registraram ao contratar, informados ao Ministério do Trabalho e Emprego entre abril a junho de 2026. Não é pesquisa nem estimativa: é o que consta na carteira de quem foi contratado. Os dados vêm dos microdados do Novo CAGED, publicados pelo governo federal.

O valor em destaque é o do meio: metade das pessoas foi contratada ganhando mais que ele, metade ganhando menos. Preferimos ele à média, porque poucos salários altos puxariam a média para cima e passariam uma ideia errada.

O salário depende da empresa, da experiência e do que o trabalho exige — estes valores servem para você ter uma referência, não para garantir quanto vai receber.