Quanto ganha um Frentista em Itabira - MG

Itabira - MG 35 contratações abril a junho de 2026

Em Itabira, um Frentista é contratado ganhando cerca de R$ 1.724 por mês, segundo os 35 registros de contratação informados ao Ministério do Trabalho. Isso paga cerca de 13% menos que a profissão típica da cidade, que é de R$ 1.986.

Horário normal (44h por semana)

R$ 1.724

por mês, na hora da contratação

A maior parte foi contratada ganhando entre R$ 1.724 e R$ 1.763.

R$ 1.724 R$ 1.763

Com base em 35 pessoas contratadas entre abril a junho de 2026, segundo os registros do Ministério do Trabalho e Emprego.

Os valores são o salário registrado em carteira. Não incluem comissão, bônus, PLR, hora extra, adicionais (noturno, periculosidade, insalubridade) nem benefícios como vale e plano de saúde — em profissões que ganham por comissão, o total recebido pode ser bem maior.

Perguntas frequentes

Quanto ganha um Frentista em Itabira?

Em Itabira, o salário de contratação de Frentista é de cerca de R$ 1.724 por mês. A maior parte das contratações abril a junho de 2026 ficou entre R$ 1.724 e R$ 1.763, com base em 35 pessoas contratadas.

Qual o salário inicial de Frentista em Itabira?

O piso mais comum na contratação de Frentista em Itabira fica em torno de R$ 1.724 por mês — é o valor abaixo do qual ficou um quarto das contratações do período.

O salário de Frentista em Itabira é bom?

Comparando com as outras profissões de Itabira, Frentista paga cerca de 13% menos que a profissão típica da cidade: são R$ 1.724 por mês contra R$ 1.986 da profissão típica de Itabira.

Onde Frentista ganha mais que em Itabira?

Entre as 808 cidades com dados para Frentista, Itabira aparece na 399ª posição por salário de contratação — perto do meio, comparando com as outras cidades.

Frentista está contratando em Itabira?

Em Itabira entre julho de 2025 a junho de 2026, 143 pessoas foram contratadas como Frentista e 128 saíram — a profissão contratou 15 pessoas a mais do que perdeu. Ela cresceu em 7 de 12 meses.

De onde vêm estes valores

São os salários que as empresas registraram ao contratar, informados ao Ministério do Trabalho e Emprego entre abril a junho de 2026. Não é pesquisa nem estimativa: é o que consta na carteira de quem foi contratado. Os dados vêm dos microdados do Novo CAGED, publicados pelo governo federal.

O valor em destaque é o do meio: metade das pessoas foi contratada ganhando mais que ele, metade ganhando menos. Preferimos ele à média, porque poucos salários altos puxariam a média para cima e passariam uma ideia errada.

O salário depende da empresa, da experiência e do que o trabalho exige — estes valores servem para você ter uma referência, não para garantir quanto vai receber.