Quanto ganha um Fiscal de transportes coletivos
O salário de contratação varia por cidade: entre as 10 cidades com dado, o valor mais alto foi em Ribeirão Preto, com R$ 2.521 por mês, e o mais baixo em Fortaleza, com R$ 1.621.
- Salário típico
- R$ 2.070
- na cidade do meio
- Onde paga mais
- R$ 2.521
- Ribeirão Preto
- Onde paga menos
- R$ 1.621
- Fortaleza
- Cidades com dado
- 10
- Contratações
- 427
- somando as cidades
- Vagas criadas
- +161
- cresceu em 20 das 30 cidades
Os valores são o salário registrado em carteira. Não incluem comissão, bônus, PLR, hora extra, adicionais (noturno, periculosidade, insalubridade) nem benefícios como vale e plano de saúde — em profissões que ganham por comissão, o total recebido pode ser bem maior.
Esta profissão está contratando?
Comparando quantas pessoas foram contratadas e quantas saíram no país entre julho de 2025 a junho de 2026.
Contratadas
3.415
Saíram
3.254
Diferença
+161
mais entradas que saídas
A profissão cresceu em 20 das 30 cidades onde aparece — é isso que separa uma tendência de uma empresa contratando em lote.
Esta profissão aparece em 30 cidades na conta de contratações e em 10 na tabela de salário: contar entradas e saídas exige menos dado do que calcular um salário típico, que só publicamos onde houve contratação suficiente para descrever a faixa.
Contratar muito não quer dizer vaga nova: parte das contratações repõe quem saiu. Veja as profissões em alta e em queda para comparar com o resto do mercado.
Salário em cada cidade
Começa pelas que pagam mais.
- Ribeirão Preto - SPR$ 2.521
- Jundiaí - SPR$ 2.388Todo mundo foi contratado pelo mesmo salário — pode ser uma empresa só contratando muita gente de uma vez, e não o que a cidade costuma pagar.
- Rio de Janeiro - RJR$ 2.200
- Barueri - SPR$ 2.110
- Jaboatão dos Guararapes - PER$ 2.100Todo mundo foi contratado pelo mesmo salário — pode ser uma empresa só contratando muita gente de uma vez, e não o que a cidade costuma pagar.
- Campo Grande - MSR$ 2.041Todo mundo foi contratado pelo mesmo salário — pode ser uma empresa só contratando muita gente de uma vez, e não o que a cidade costuma pagar.
- São Paulo - SPR$ 1.981
- Piracicaba - SPR$ 1.867Todo mundo foi contratado pelo mesmo salário — pode ser uma empresa só contratando muita gente de uma vez, e não o que a cidade costuma pagar.
- Goiânia - GOR$ 1.621Todo mundo foi contratado pelo mesmo salário — pode ser uma empresa só contratando muita gente de uma vez, e não o que a cidade costuma pagar.
- Fortaleza - CER$ 1.621
O salário mostrado é o do meio: metade ganhou mais, metade ganhou menos. Toque na cidade para ver os detalhes. A marca pouco quer dizer que menos de 30 pessoas foram contratadas naquela cidade no período: o valor serve como ideia geral, mas pode mudar bastante.
Nome oficial desta profissão nos registros do governo: Fiscal de transportes coletivos (exceto trem) (código 511205).
Perguntas frequentes
Quanto ganha um Fiscal de transportes coletivos?
O salário de contratação de Fiscal de transportes coletivos varia por cidade. Entre as cidades com dados abril a junho de 2026, o valor mais alto foi em Ribeirão Preto (SP), com cerca de R$ 2.521 por mês.
Onde um Fiscal de transportes coletivos ganha mais?
Entre as cidades acompanhadas, Ribeirão Preto - SP teve o maior salário de contratação para Fiscal de transportes coletivos: cerca de R$ 2.521 por mês, com base em 11 pessoas contratadas. Foram poucas contratações nessa cidade no período, então esse topo pode mudar de um período para outro.
O salário de Fiscal de transportes coletivos muda de cidade para cidade?
Sim. Nas cidades acompanhadas, o salário de contratação de Fiscal de transportes coletivos vai de cerca de R$ 1.621 em Fortaleza até R$ 2.521 em Ribeirão Preto.
Fiscal de transportes coletivos está em alta no mercado?
No Brasil entre julho de 2025 a junho de 2026, 3.415 pessoas foram contratadas como Fiscal de transportes coletivos e 3.254 saíram — saldo de +161 vínculos. A profissão cresceu em 20 das 30 cidades onde aparece.
De onde vêm estes valores
São os salários que as empresas registraram ao contratar, informados ao Ministério do Trabalho e Emprego entre abril a junho de 2026. Não é pesquisa nem estimativa: é o que consta na carteira de quem foi contratado. Os dados vêm dos microdados do Novo CAGED, publicados pelo governo federal.
O valor em destaque é o do meio: metade das pessoas foi contratada ganhando mais que ele, metade ganhando menos. Preferimos ele à média, porque poucos salários altos puxariam a média para cima e passariam uma ideia errada.
O salário depende da empresa, da experiência e do que o trabalho exige — estes valores servem para você ter uma referência, não para garantir quanto vai receber.