Quanto ganha um Estoquista em Campina Grande - PB
Em Campina Grande, um Estoquista é contratado ganhando cerca de R$ 1.645 por mês, segundo os 79 registros de contratação informados ao Ministério do Trabalho.
Horário normal (44h por semana)
R$ 1.645
por mês, na hora da contratação
A maior parte foi contratada ganhando entre R$ 1.645 e R$ 1.650.
Com base em 79 pessoas contratadas entre abril a junho de 2026, segundo os registros do Ministério do Trabalho e Emprego.
Os valores são o salário registrado em carteira. Não incluem comissão, bônus, PLR, hora extra, adicionais (noturno, periculosidade, insalubridade) nem benefícios como vale e plano de saúde — em profissões que ganham por comissão, o total recebido pode ser bem maior.
Perguntas frequentes
Quanto ganha um Estoquista em Campina Grande?
Em Campina Grande, o salário de contratação de Estoquista é de cerca de R$ 1.645 por mês. A maior parte das contratações abril a junho de 2026 ficou entre R$ 1.645 e R$ 1.650, com base em 79 pessoas contratadas.
Qual o salário inicial de Estoquista em Campina Grande?
O piso mais comum na contratação de Estoquista em Campina Grande fica em torno de R$ 1.645 por mês — é o valor abaixo do qual ficou um quarto das contratações do período.
O salário de Estoquista em Campina Grande é bom?
Comparando com as outras profissões de Campina Grande, Estoquista paga praticamente o mesmo que a média das profissões da cidade: são R$ 1.645 por mês contra R$ 1.645 da profissão típica de Campina Grande.
Onde Estoquista ganha mais que em Campina Grande?
Entre as 478 cidades com dados para Estoquista, Campina Grande aparece na 446ª posição por salário de contratação — entre as cidades que pagam menos nesta profissão.
Estoquista está contratando em Campina Grande?
Em Campina Grande entre julho de 2025 a junho de 2026, 357 pessoas foram contratadas como Estoquista e 336 saíram — a profissão contratou 21 pessoas a mais do que perdeu. Ela cresceu em 6 de 12 meses.
De onde vêm estes valores
São os salários que as empresas registraram ao contratar, informados ao Ministério do Trabalho e Emprego entre abril a junho de 2026. Não é pesquisa nem estimativa: é o que consta na carteira de quem foi contratado. Os dados vêm dos microdados do Novo CAGED, publicados pelo governo federal.
O valor em destaque é o do meio: metade das pessoas foi contratada ganhando mais que ele, metade ganhando menos. Preferimos ele à média, porque poucos salários altos puxariam a média para cima e passariam uma ideia errada.
O salário depende da empresa, da experiência e do que o trabalho exige — estes valores servem para você ter uma referência, não para garantir quanto vai receber.