Salários em Lauro de Freitas - BA
A média salarial em Lauro de Freitas é de R$ 2.090, mas o valor do meio é R$ 1.686 — ou seja, a maioria é contratada perto do piso e a média sobe por causa de poucos salários altos.
- Salário do meio
- R$ 1.686
- metade ganhou mais, metade menos
- Salário médio
- R$ 2.090
- a média de todas as contratações
- Homens e mulheres
- R$ 1.691 · R$ 1.660
- salário do meio de cada um
- Idade média
- 36 anos
- de quem foi contratado
- Jornada média
- 42,2h
- por semana
- Contratações
- 62.467
- no período medido
Os valores são o salário registrado em carteira. Não incluem comissão, bônus, PLR, hora extra, adicionais (noturno, periculosidade, insalubridade) nem benefícios como vale e plano de saúde — em profissões que ganham por comissão, o total recebido pode ser bem maior.
Tabela de salários
Nenhuma profissão desta lista casa com o que você digitou. Buscar em todas as profissões
- Armador de estrutura de concreto armadoR$ 2.603
- ManobradorR$ 1.754Todo mundo foi contratado pelo mesmo salário — pode ser uma empresa só contratando muita gente de uma vez, e não o que a cidade costuma pagar.
- Montador de móveis e artefatos de madeiraR$ 2.060
- Vendedor pracistaR$ 1.808
O salário mostrado é o do meio: metade ganhou mais, metade ganhou menos. Toque na profissão para ver os detalhes. A marca pouco quer dizer que menos de 30 pessoas foram contratadas naquela profissão no período: o valor serve como ideia geral, mas pode mudar bastante. O campo acima filtra as profissões desta página; para procurar em todas, use a busca de profissões.
Profissões em alta e em queda
Comparando quantas pessoas foram contratadas e quantas saíram de cada profissão entre julho de 2025 a junho de 2026.
Contratando mais do que perdendo
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Servente de obras+761
3279 contratados, 2518 saíram · cresceu em 9 de 12 meses
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Recepcionista+666
3400 contratados, 2734 saíram · cresceu em 9 de 12 meses
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Faxineiro+411
4532 contratados, 4121 saíram · cresceu em 6 de 12 meses
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Motorista de carro de passeio+396
860 contratados, 464 saíram · cresceu em 8 de 12 meses
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Assistente administrativo+294
2160 contratados, 1866 saíram · cresceu em 6 de 12 meses
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Trabalhador de serviços de limpeza e conservação de áreas públicas+256
1533 contratados, 1277 saíram · cresceu em 8 de 12 meses
Perdendo mais do que contratando
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Vigilante-566
6969 contratados, 7535 saíram · cresceu em 6 de 12 meses
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Promotor de vendas-164
709 contratados, 873 saíram · cresceu em 2 de 12 meses
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Administrador-142
78 contratados, 220 saíram · cresceu em 4 de 12 meses
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Auxiliar de logistica-142
733 contratados, 875 saíram · cresceu em 4 de 12 meses
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Copeiro de hospital-95
75 contratados, 170 saíram · cresceu em 8 de 12 meses
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Porteiro de locais de diversão-89
893 contratados, 982 saíram · cresceu em 5 de 12 meses
Saldo alto não quer dizer muitas vagas, e vaga que aparece toda hora não quer dizer profissão em crescimento: uma profissão pode contratar muito e perder ainda mais gente — é rotatividade, não demanda.
Ver a lista completa de profissões em altaMovimentação do emprego
Quantas pessoas foram contratadas e quantas saíram de um emprego na cidade entre julho de 2025 a junho de 2026, somando todas as profissões.
Contratações
62.467
Saídas
57.935
Diferença
+4.532
mais entradas que saídas
Esta diferença vale para o período acima. Um período diferente pode dar um resultado diferente — um único mês forte muda o sinal da conta — então ela não mede se a cidade está crescendo ou encolhendo.
Salário por escolaridade
Quanto ganha quem foi contratado, por nível de estudo.
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Sem escolaridade 0,1%R$ 1.638
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Fundamental incompleto (até o 5º ano) 0,7%R$ 1.654
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Até o 5º ano 0,5%R$ 1.624
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Do 6º ao 9º ano 1,2%R$ 1.638
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Fundamental completo 2,4%R$ 1.649
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Médio incompleto 3,4%R$ 1.625
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Médio completo 82%R$ 1.666
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Superior incompleto 2,6%R$ 1.757
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Superior completo 6,4%R$ 2.600
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Pós-graduação 0,7%R$ 4.000
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Mestrado 0,1%R$ 7.800
Em muitas cidades o salário de entrada é praticamente o mesmo até o ensino médio — quem muda a faixa é o ensino superior completo.
Salário por setor
Onde as empresas contrataram, e quanto cada setor pagou.
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Serviços para empresas 44%R$ 1.621
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Construção 15%R$ 2.510
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Comércio e oficinas 14%R$ 1.690
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Escritórios técnicos e consultorias 5,6%R$ 1.900
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Saúde e assistência social 4,7%R$ 1.656
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Indústria 4,5%R$ 1.737
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Hotéis, bares e restaurantes 4,2%R$ 1.625
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Transporte e entregas 3,1%R$ 1.834
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Educação 2,1%R$ 1.621
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Outros serviços 0,8%R$ 1.685
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Imobiliárias 0,6%R$ 1.691
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Tecnologia e comunicação 0,6%R$ 1.621
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Água e saneamento 0,4%R$ 1.678
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Cultura, esporte e lazer 0,4%R$ 1.621
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Agricultura e pecuária 0,2%R$ 1.882
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Administração pública 0,2%R$ 1.723
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Bancos e seguros 0,1%R$ 2.750
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Mineração 0,1%R$ 2.300
O setor que mais contrata não é o que melhor paga — vale comparar as duas colunas.
Quem é contratado — idade
Faixa de idade de quem foi contratado na cidade.
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14-17 anos 0,7%R$ 762
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18-24 anos 19%R$ 1.646
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25-29 anos 15%R$ 1.690
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30-39 anos 27%R$ 1.691
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40-49 anos 25%R$ 1.690
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50-59 anos 11%R$ 1.690
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60 anos ou mais 2,4%R$ 1.973
Quem é contratado — homens e mulheres
Proporção das contratações e o salário do meio de cada um.
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Homens 65%R$ 1.691
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Mulheres 35%R$ 1.660
Estes são salários de entrada, e a maioria das contratações sai perto do piso — o que aproxima os dois valores. A diferença ao longo da carreira, com promoções e tempo de casa, não aparece neste dado.
Por que a vaga abriu
Motivo da saída de quem deixou o emprego na cidade.
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A empresa demitiu (sem justa causa) 59%34168
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A pessoa pediu para sair 21%12166
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Acabou o contrato temporário 13%7701
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Acordo entre as duas partes 4,7%2731
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A empresa demitiu por justa causa 1,4%799
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Falecimento 0,4%255
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Motivo não informado 0,2%94
Boa parte das vagas abre porque a própria pessoa pediu para sair, não por demissão.
As informações de escolaridade, setor, idade, movimentação e motivo de saída consideram julho de 2025 a junho de 2026 — um período maior que o da tabela de salários, para dar número suficiente em cidades menores.
De onde vêm estes valores
São os salários que as empresas registraram ao contratar, informados ao Ministério do Trabalho e Emprego entre de 1 a de 2. Não é pesquisa nem estimativa: é o que consta na carteira de quem foi contratado. Os dados vêm dos microdados do Novo CAGED, publicados pelo governo federal.
O valor em destaque é o do meio: metade das pessoas foi contratada ganhando mais que ele, metade ganhando menos. Preferimos ele à média, porque poucos salários altos puxariam a média para cima e passariam uma ideia errada.
O salário depende da empresa, da experiência e do que o trabalho exige — estes valores servem para você ter uma referência, não para garantir quanto vai receber.