Salários em Embu das Artes - SP
A média salarial em Embu das Artes é de R$ 2.414, mas o valor do meio é R$ 2.068 — ou seja, a maioria é contratada perto do piso e a média sobe por causa de poucos salários altos.
- Salário do meio
- R$ 2.068
- metade ganhou mais, metade menos
- Salário médio
- R$ 2.414
- a média de todas as contratações
- Homens e mulheres
- R$ 2.127 · R$ 2.012
- salário do meio de cada um
- Idade média
- 31,8 anos
- de quem foi contratado
- Jornada média
- 43h
- por semana
- Contratações
- 24.381
- no período medido
Os valores são o salário registrado em carteira. Não incluem comissão, bônus, PLR, hora extra, adicionais (noturno, periculosidade, insalubridade) nem benefícios como vale e plano de saúde — em profissões que ganham por comissão, o total recebido pode ser bem maior.
Tabela de salários
Nenhuma profissão desta lista casa com o que você digitou. Buscar em todas as profissões
- Analista de negóciosR$ 4.000
- Auxiliar de manutenção predialR$ 2.192
- Coletor de lixo domiciliarR$ 2.318Todo mundo foi contratado pelo mesmo salário — pode ser uma empresa só contratando muita gente de uma vez, e não o que a cidade costuma pagar.
- Cuidador em saúdeR$ 1.622
- Gerente de loja e supermercadoR$ 3.200
- MestreR$ 3.508
- Motorista de carro de passeioR$ 2.560
- Promotor de vendas especializadoR$ 2.361
- Técnico em segurança do trabalhoR$ 4.606
- Varredor de ruaR$ 1.857Todo mundo foi contratado pelo mesmo salário — pode ser uma empresa só contratando muita gente de uma vez, e não o que a cidade costuma pagar.
O salário mostrado é o do meio: metade ganhou mais, metade ganhou menos. Toque na profissão para ver os detalhes. A marca pouco quer dizer que menos de 30 pessoas foram contratadas naquela profissão no período: o valor serve como ideia geral, mas pode mudar bastante. O campo acima filtra as profissões desta página; para procurar em todas, use a busca de profissões.
Profissões em alta e em queda
Comparando quantas pessoas foram contratadas e quantas saíram de cada profissão entre julho de 2025 a junho de 2026.
Contratando mais do que perdendo
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Auxiliar de logistica+445
2181 contratados, 1736 saíram · cresceu em 9 de 12 meses
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Carregador+287
696 contratados, 409 saíram · cresceu em 10 de 12 meses
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Auxiliar de escritório+155
716 contratados, 561 saíram · cresceu em 9 de 12 meses
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Laminador de plástico+116
275 contratados, 159 saíram · cresceu em 10 de 12 meses
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Alimentador de linha de produção+112
1328 contratados, 1216 saíram · cresceu em 6 de 12 meses
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Repositor de mercadorias+94
793 contratados, 699 saíram · cresceu em 9 de 12 meses
Perdendo mais do que contratando
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Conferente de carga e descarga-120
185 contratados, 305 saíram · cresceu em 2 de 12 meses
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Operador de máquinas fixas-106
71 contratados, 177 saíram · não cresceu em nenhum mês
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Conferente mercadoria-88
27 contratados, 115 saíram · não cresceu em nenhum mês
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Tecnólogo em logística de transporte-83
89 contratados, 172 saíram · não cresceu em nenhum mês
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Cuidador em saúde-75
522 contratados, 597 saíram · cresceu em 6 de 12 meses
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Almoxarife-70
617 contratados, 687 saíram · cresceu em 6 de 12 meses
Saldo alto não quer dizer muitas vagas, e vaga que aparece toda hora não quer dizer profissão em crescimento: uma profissão pode contratar muito e perder ainda mais gente — é rotatividade, não demanda.
Ver a lista completa de profissões em altaMovimentação do emprego
Quantas pessoas foram contratadas e quantas saíram de um emprego na cidade entre julho de 2025 a junho de 2026, somando todas as profissões.
Contratações
24.381
Saídas
23.824
Diferença
+557
mais entradas que saídas
Esta diferença vale para o período acima. Um período diferente pode dar um resultado diferente — um único mês forte muda o sinal da conta — então ela não mede se a cidade está crescendo ou encolhendo.
Salário por escolaridade
Quanto ganha quem foi contratado, por nível de estudo.
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Sem escolaridade 0,2%R$ 2.125
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Fundamental incompleto (até o 5º ano) 0,7%R$ 2.190
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Até o 5º ano 0,5%R$ 2.089
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Do 6º ao 9º ano 2,0%R$ 2.068
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Fundamental completo 4,7%R$ 2.089
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Médio incompleto 7,6%R$ 2.008
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Médio completo 73%R$ 2.037
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Superior incompleto 3,4%R$ 2.200
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Superior completo 6,8%R$ 3.450
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Pós-graduação 0,9%R$ 5.775
Em muitas cidades o salário de entrada é praticamente o mesmo até o ensino médio — quem muda a faixa é o ensino superior completo.
Salário por setor
Onde as empresas contrataram, e quanto cada setor pagou.
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Comércio e oficinas 33%R$ 2.031
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Indústria 17%R$ 2.300
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Transporte e entregas 13%R$ 2.089
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Serviços para empresas 11%R$ 2.000
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Construção 7,6%R$ 2.500
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Saúde e assistência social 5,2%R$ 2.358
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Hotéis, bares e restaurantes 4,7%R$ 2.000
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Educação 3,0%R$ 2.000
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Água e saneamento 2,1%R$ 2.186
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Tecnologia e comunicação 1,2%R$ 1.800
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Outros serviços 1,1%R$ 2.072
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Escritórios técnicos e consultorias 1,0%R$ 2.200
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Cultura, esporte e lazer 0,5%R$ 1.725
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Imobiliárias 0,2%R$ 2.000
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Mineração 0,1%R$ 2.119
O setor que mais contrata não é o que melhor paga — vale comparar as duas colunas.
Quem é contratado — idade
Faixa de idade de quem foi contratado na cidade.
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14-17 anos 3,0%R$ 1.518
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18-24 anos 29%R$ 2.008
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25-29 anos 17%R$ 2.068
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30-39 anos 25%R$ 2.115
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40-49 anos 17%R$ 2.211
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50-59 anos 6,8%R$ 2.190
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60 anos ou mais 1,3%R$ 2.100
Quem é contratado — homens e mulheres
Proporção das contratações e o salário do meio de cada um.
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Homens 57%R$ 2.127
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Mulheres 43%R$ 2.012
Estes são salários de entrada, e a maioria das contratações sai perto do piso — o que aproxima os dois valores. A diferença ao longo da carreira, com promoções e tempo de casa, não aparece neste dado.
Por que a vaga abriu
Motivo da saída de quem deixou o emprego na cidade.
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A empresa demitiu (sem justa causa) 50%11982
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A pessoa pediu para sair 34%8133
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Acabou o contrato temporário 9,5%2255
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A empresa demitiu por justa causa 4,8%1140
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Acordo entre as duas partes 0,8%200
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Falecimento 0,2%53
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Motivo não informado 0,2%48
Boa parte das vagas abre porque a própria pessoa pediu para sair, não por demissão.
As informações de escolaridade, setor, idade, movimentação e motivo de saída consideram julho de 2025 a junho de 2026 — um período maior que o da tabela de salários, para dar número suficiente em cidades menores.
De onde vêm estes valores
São os salários que as empresas registraram ao contratar, informados ao Ministério do Trabalho e Emprego entre de 1 a de 2. Não é pesquisa nem estimativa: é o que consta na carteira de quem foi contratado. Os dados vêm dos microdados do Novo CAGED, publicados pelo governo federal.
O valor em destaque é o do meio: metade das pessoas foi contratada ganhando mais que ele, metade ganhando menos. Preferimos ele à média, porque poucos salários altos puxariam a média para cima e passariam uma ideia errada.
O salário depende da empresa, da experiência e do que o trabalho exige — estes valores servem para você ter uma referência, não para garantir quanto vai receber.