Quanto ganha um Bordador, à máquina em São Paulo - SP

São Paulo - SP 49 contratações abril a junho de 2026

Em São Paulo, um Bordador, à máquina é contratado ganhando cerca de R$ 2.203 por mês, segundo os 49 registros de contratação informados ao Ministério do Trabalho. Isso paga cerca de 15% menos que a profissão típica da cidade, que é de R$ 2.600.

Horário normal (44h por semana)

R$ 2.203

por mês, na hora da contratação

A maior parte foi contratada ganhando entre R$ 2.197 e R$ 2.564.

R$ 2.197 R$ 2.564

Com base em 49 pessoas contratadas entre abril a junho de 2026, segundo os registros do Ministério do Trabalho e Emprego.

Os valores são o salário registrado em carteira. Não incluem comissão, bônus, PLR, hora extra, adicionais (noturno, periculosidade, insalubridade) nem benefícios como vale e plano de saúde — em profissões que ganham por comissão, o total recebido pode ser bem maior.

Perguntas frequentes

Quanto ganha um Bordador, à máquina em São Paulo?

Em São Paulo, o salário de contratação de Bordador, à máquina é de cerca de R$ 2.203 por mês. A maior parte das contratações abril a junho de 2026 ficou entre R$ 2.197 e R$ 2.564, com base em 49 pessoas contratadas.

Qual o salário inicial de Bordador, à máquina em São Paulo?

O piso mais comum na contratação de Bordador, à máquina em São Paulo fica em torno de R$ 2.197 por mês — é o valor abaixo do qual ficou um quarto das contratações do período.

O salário de Bordador, à máquina em São Paulo é bom?

Comparando com as outras profissões de São Paulo, Bordador, à máquina paga cerca de 15% menos que a profissão típica da cidade: são R$ 2.203 por mês contra R$ 2.600 da profissão típica de São Paulo.

Onde Bordador, à máquina ganha mais que em São Paulo?

Entre as 18 cidades com dados para Bordador, à máquina, São Paulo aparece na 3ª posição por salário de contratação — acima da maioria das cidades nesta profissão.

Bordador, à máquina está contratando em São Paulo?

Em São Paulo entre julho de 2025 a junho de 2026, 210 pessoas foram contratadas como Bordador, à máquina e 224 saíram — a profissão perdeu 14 pessoas a mais do que contratou. Ela cresceu em 4 de 12 meses.

De onde vêm estes valores

São os salários que as empresas registraram ao contratar, informados ao Ministério do Trabalho e Emprego entre abril a junho de 2026. Não é pesquisa nem estimativa: é o que consta na carteira de quem foi contratado. Os dados vêm dos microdados do Novo CAGED, publicados pelo governo federal.

O valor em destaque é o do meio: metade das pessoas foi contratada ganhando mais que ele, metade ganhando menos. Preferimos ele à média, porque poucos salários altos puxariam a média para cima e passariam uma ideia errada.

O salário depende da empresa, da experiência e do que o trabalho exige — estes valores servem para você ter uma referência, não para garantir quanto vai receber.