Quanto ganha um Bordador, à máquina em Goiânia - GO
Em Goiânia, um Bordador, à máquina é contratado ganhando cerca de R$ 1.938 por mês, segundo os 30 registros de contratação informados ao Ministério do Trabalho.
Horário normal (44h por semana)
R$ 1.938
por mês, na hora da contratação
A maior parte foi contratada ganhando entre R$ 1.846 e R$ 2.080.
Com base em 30 pessoas contratadas entre abril a junho de 2026, segundo os registros do Ministério do Trabalho e Emprego.
Os valores são o salário registrado em carteira. Não incluem comissão, bônus, PLR, hora extra, adicionais (noturno, periculosidade, insalubridade) nem benefícios como vale e plano de saúde — em profissões que ganham por comissão, o total recebido pode ser bem maior.
Perguntas frequentes
Quanto ganha um Bordador, à máquina em Goiânia?
Em Goiânia, o salário de contratação de Bordador, à máquina é de cerca de R$ 1.938 por mês. A maior parte das contratações abril a junho de 2026 ficou entre R$ 1.846 e R$ 2.080, com base em 30 pessoas contratadas.
Qual o salário inicial de Bordador, à máquina em Goiânia?
O piso mais comum na contratação de Bordador, à máquina em Goiânia fica em torno de R$ 1.846 por mês — é o valor abaixo do qual ficou um quarto das contratações do período.
O salário de Bordador, à máquina em Goiânia é bom?
Comparando com as outras profissões de Goiânia, Bordador, à máquina paga praticamente o mesmo que a média das profissões da cidade: são R$ 1.938 por mês contra R$ 2.027 da profissão típica de Goiânia.
Onde Bordador, à máquina ganha mais que em Goiânia?
Entre as 18 cidades com dados para Bordador, à máquina, Goiânia aparece na 9ª posição por salário de contratação — perto do meio, comparando com as outras cidades.
Bordador, à máquina está contratando em Goiânia?
Em Goiânia entre julho de 2025 a junho de 2026, 107 pessoas foram contratadas como Bordador, à máquina e 96 saíram — a profissão contratou 11 pessoas a mais do que perdeu. Ela cresceu em 6 de 12 meses.
De onde vêm estes valores
São os salários que as empresas registraram ao contratar, informados ao Ministério do Trabalho e Emprego entre abril a junho de 2026. Não é pesquisa nem estimativa: é o que consta na carteira de quem foi contratado. Os dados vêm dos microdados do Novo CAGED, publicados pelo governo federal.
O valor em destaque é o do meio: metade das pessoas foi contratada ganhando mais que ele, metade ganhando menos. Preferimos ele à média, porque poucos salários altos puxariam a média para cima e passariam uma ideia errada.
O salário depende da empresa, da experiência e do que o trabalho exige — estes valores servem para você ter uma referência, não para garantir quanto vai receber.