Quanto ganha um Apontador de produção em Petrolina - PE
Em Petrolina, um Apontador de produção é contratado ganhando cerca de R$ 1.750 por mês, segundo os 31 registros de contratação informados ao Ministério do Trabalho.
Horário normal (44h por semana)
R$ 1.750
por mês, na hora da contratação
A maior parte foi contratada ganhando entre R$ 1.700 e R$ 1.900.
Com base em 31 pessoas contratadas entre abril a junho de 2026, segundo os registros do Ministério do Trabalho e Emprego.
Os valores são o salário registrado em carteira. Não incluem comissão, bônus, PLR, hora extra, adicionais (noturno, periculosidade, insalubridade) nem benefícios como vale e plano de saúde — em profissões que ganham por comissão, o total recebido pode ser bem maior.
Perguntas frequentes
Quanto ganha um Apontador de produção em Petrolina?
Em Petrolina, o salário de contratação de Apontador de produção é de cerca de R$ 1.750 por mês. A maior parte das contratações abril a junho de 2026 ficou entre R$ 1.700 e R$ 1.900, com base em 31 pessoas contratadas.
Qual o salário inicial de Apontador de produção em Petrolina?
O piso mais comum na contratação de Apontador de produção em Petrolina fica em torno de R$ 1.700 por mês — é o valor abaixo do qual ficou um quarto das contratações do período.
O salário de Apontador de produção em Petrolina é bom?
Comparando com as outras profissões de Petrolina, Apontador de produção paga praticamente o mesmo que a média das profissões da cidade: são R$ 1.750 por mês contra R$ 1.701 da profissão típica de Petrolina.
Onde Apontador de produção ganha mais que em Petrolina?
Entre as 126 cidades com dados para Apontador de produção, Petrolina aparece na 110ª posição por salário de contratação — abaixo da maioria das cidades nesta profissão.
Apontador de produção está contratando em Petrolina?
Em Petrolina entre julho de 2025 a junho de 2026, 90 pessoas foram contratadas como Apontador de produção e 95 saíram — a profissão perdeu 5 pessoas a mais do que contratou. Ela cresceu em 4 de 12 meses.
De onde vêm estes valores
São os salários que as empresas registraram ao contratar, informados ao Ministério do Trabalho e Emprego entre abril a junho de 2026. Não é pesquisa nem estimativa: é o que consta na carteira de quem foi contratado. Os dados vêm dos microdados do Novo CAGED, publicados pelo governo federal.
O valor em destaque é o do meio: metade das pessoas foi contratada ganhando mais que ele, metade ganhando menos. Preferimos ele à média, porque poucos salários altos puxariam a média para cima e passariam uma ideia errada.
O salário depende da empresa, da experiência e do que o trabalho exige — estes valores servem para você ter uma referência, não para garantir quanto vai receber.