Quanto ganha um Alimentador de linha de produção em Rifaina - SP
Em Rifaina, um Alimentador de linha de produção é contratado ganhando cerca de R$ 2.340 por mês, segundo os 55 registros de contratação informados ao Ministério do Trabalho.
Horário normal (44h por semana)
R$ 2.340
por mês, na hora da contratação
Todas as 55 contratações saíram pelo mesmo valor — costuma ser piso de categoria ou uma empresa contratando várias pessoas de uma vez.
Com base em 55 pessoas contratadas entre abril a junho de 2026, segundo os registros do Ministério do Trabalho e Emprego.
Todo mundo foi contratado pelo mesmo salário — pode ser uma empresa só contratando muita gente de uma vez, e não o que a cidade costuma pagar.
Os valores são o salário registrado em carteira. Não incluem comissão, bônus, PLR, hora extra, adicionais (noturno, periculosidade, insalubridade) nem benefícios como vale e plano de saúde — em profissões que ganham por comissão, o total recebido pode ser bem maior.
Perguntas frequentes
Quanto ganha um Alimentador de linha de produção em Rifaina?
Em Rifaina, o salário de contratação de Alimentador de linha de produção é de cerca de R$ 2.340 por mês. Todas as 55 contratações abril a junho de 2026 saíram pelo mesmo valor, o que costuma indicar um piso de categoria ou uma única empresa contratando várias pessoas de uma vez — não a variação do mercado.
O salário de Alimentador de linha de produção em Rifaina é bom?
Comparando com as outras profissões de Rifaina, Alimentador de linha de produção paga praticamente o mesmo que a média das profissões da cidade: são R$ 2.340 por mês contra R$ 2.340 da profissão típica de Rifaina.
Onde Alimentador de linha de produção ganha mais que em Rifaina?
Entre as 1750 cidades com dados para Alimentador de linha de produção, Rifaina aparece na 68ª posição por salário de contratação — entre as cidades que pagam mais nesta profissão.
Alimentador de linha de produção está contratando em Rifaina?
Em Rifaina entre julho de 2025 a junho de 2026, 221 pessoas foram contratadas como Alimentador de linha de produção e 195 saíram — a profissão contratou 26 pessoas a mais do que perdeu. Ela cresceu em 7 de 12 meses.
De onde vêm estes valores
São os salários que as empresas registraram ao contratar, informados ao Ministério do Trabalho e Emprego entre abril a junho de 2026. Não é pesquisa nem estimativa: é o que consta na carteira de quem foi contratado. Os dados vêm dos microdados do Novo CAGED, publicados pelo governo federal.
O valor em destaque é o do meio: metade das pessoas foi contratada ganhando mais que ele, metade ganhando menos. Preferimos ele à média, porque poucos salários altos puxariam a média para cima e passariam uma ideia errada.
O salário depende da empresa, da experiência e do que o trabalho exige — estes valores servem para você ter uma referência, não para garantir quanto vai receber.