Quanto ganha um Alimentador de linha de produção em Ibirité - MG
Em Ibirité, um Alimentador de linha de produção é contratado ganhando cerca de R$ 1.788 por mês, segundo os 157 registros de contratação informados ao Ministério do Trabalho.
Horário normal (44h por semana)
R$ 1.788
por mês, na hora da contratação
A maior parte foi contratada ganhando entre R$ 1.700 e R$ 1.790.
Com base em 157 pessoas contratadas entre abril a junho de 2026, segundo os registros do Ministério do Trabalho e Emprego.
Os valores são o salário registrado em carteira. Não incluem comissão, bônus, PLR, hora extra, adicionais (noturno, periculosidade, insalubridade) nem benefícios como vale e plano de saúde — em profissões que ganham por comissão, o total recebido pode ser bem maior.
Perguntas frequentes
Quanto ganha um Alimentador de linha de produção em Ibirité?
Em Ibirité, o salário de contratação de Alimentador de linha de produção é de cerca de R$ 1.788 por mês. A maior parte das contratações abril a junho de 2026 ficou entre R$ 1.700 e R$ 1.790, com base em 157 pessoas contratadas.
Qual o salário inicial de Alimentador de linha de produção em Ibirité?
O piso mais comum na contratação de Alimentador de linha de produção em Ibirité fica em torno de R$ 1.700 por mês — é o valor abaixo do qual ficou um quarto das contratações do período.
O salário de Alimentador de linha de produção em Ibirité é bom?
Comparando com as outras profissões de Ibirité, Alimentador de linha de produção paga praticamente o mesmo que a média das profissões da cidade: são R$ 1.788 por mês contra R$ 1.733 da profissão típica de Ibirité.
Onde Alimentador de linha de produção ganha mais que em Ibirité?
Entre as 1750 cidades com dados para Alimentador de linha de produção, Ibirité aparece na 1138ª posição por salário de contratação — perto do meio, comparando com as outras cidades.
Alimentador de linha de produção está contratando em Ibirité?
Em Ibirité entre julho de 2025 a junho de 2026, 688 pessoas foram contratadas como Alimentador de linha de produção e 493 saíram — a profissão contratou 195 pessoas a mais do que perdeu. Ela cresceu em 10 de 12 meses.
De onde vêm estes valores
São os salários que as empresas registraram ao contratar, informados ao Ministério do Trabalho e Emprego entre abril a junho de 2026. Não é pesquisa nem estimativa: é o que consta na carteira de quem foi contratado. Os dados vêm dos microdados do Novo CAGED, publicados pelo governo federal.
O valor em destaque é o do meio: metade das pessoas foi contratada ganhando mais que ele, metade ganhando menos. Preferimos ele à média, porque poucos salários altos puxariam a média para cima e passariam uma ideia errada.
O salário depende da empresa, da experiência e do que o trabalho exige — estes valores servem para você ter uma referência, não para garantir quanto vai receber.