Professor de ensino superior na área de pesquisa educacional

A Classificação Brasileira de Ocupações descreve 138 atribuições para professor de ensino superior na área de pesquisa educacional, em 11 áreas de atuação.

CBO 234515
Salário típico
R$ 1.345
horário normal (44h por semana)
Cidades com dado
1
21 contratações
Vagas criadas
+168
cresceu em 11 das 12 cidades
Atribuições
138
em 11 áreas de atuação

Quanto paga

Horário normal (44h por semana)

21 contratações em 1 cidade

R$ 1.345

O valor é o do meio entre as cidades: metade paga mais, metade paga menos. Contratações de abril a junho de 2026.

O que faz um professor de ensino superior na área de pesquisa educacional

As atribuições abaixo são as que a Classificação Brasileira de Ocupações registra para esta profissão. O que se faz de fato varia com a empresa e com o porte do lugar.

Ensinar, articulando o processo de ensino-aprendizagem na formação de profissionais da educação

15
  • Proporcionar situações de ensino-aprendizagem diversificadas aos alunos
  • Promover situações de ensino-aprendizagem a partir de fontes diversificadas de conhecimento
  • Desenvolver situações de ensino-aprendizagem, com base na heterogeniedade dos alunos
  • Discutir com alunos as diferentes teorias e práticas do campo educacional

Realizar pesquisas científicas sobre o campo educacional

11
  • Elaborar projetos de pesquisas científicas, individualmente e em grupo
  • Prever fontes de financiamento
  • Constituir grupos de pesquisa
  • Treinar auxiliares de pesquisa

Atualizar-se na área

11
  • Estudar a produção científica da área
  • Estudar diferentes formas de comunicação
  • Estudar implicações do uso de tecnologias de informação e comunicação, em situações de ensino
  • Estudar formas de interação presentes nas situações semipresenciais e virtuais de educação

Planejar atividades relativas a cursos e pesquisas

12
  • Elaborar programas e cronogramas
  • Planejar aulas
  • Planejar pesquisas
  • Desenvolver propostas de avaliação

Supervisionar formação pedagógica em estágios

3
  • Orientar a reflexão sobre a prática educativa dos alunos nos estágios
  • Supervisionar desenvolvimento de projetos de intervenção em realidades educacionais (escolar ou não)
  • Supervisionar a elaboração de relatórios de estágio dos alunos

Orientar alunos

8
  • Orientar os alunos sobre procedimentos teórico-metodológicos
  • Atender alunos, individualmente e em grupo
  • Indicar fontes e procedimentos para o desenvolvimento do trabalho
  • Orientar o planejamento do cronograma de trabalho dos alunos

Avaliar o trabalho acadêmico científico

18
  • Avaliar o desenvolvimento das aulas
  • Avaliar o desempenho dos alunos
  • Auto-avaliar-se
  • Avaliar cursos

Coordenar atividades de ensino, pesquisa e extensão

10
  • Coordenar cursos
  • Coordenar projetos pedagógicos
  • Coordenar pesquisas
  • Coordenar grupos de pesquisa

Produzir material de trabalho

12
  • Produzir planos de cursos e de aulas
  • Produzir textos para uso pedagógico
  • Produzir instrumentos de avaliação
  • Produzir artigos para divulgação

Prestar atendimento às demandas da comunidade, na área da educação escolar e não escolar

13
  • Realizar eventos
  • Prestar consultoria em ensino, pesquisa e extensão sobre a prática pedagógica
  • Prestar assessoria a órgãos públicos
  • Programar cursos para atendimento a demandas externas

Participar de atividades administrativas

9
  • Participar de comissões
  • Participar de colegiados
  • Gerenciar convênios
  • Gerenciar projetos

Competências que a função pede

Estas a CBO lista para quase toda profissão — não são específicas desta.

  • Dialogar com os alunos
  • Dialogar com os professores da instituição
  • Dialogar com as entidades representativas
  • Estabelecer relações com instituições e organizações da sociedade
  • Estabelecer relações com as instâncias hierárquicas da instituição
  • Estabelecer relações com os órgãos de fomento
  • Dominar a língua portuguesa
  • Trabalhar com diferentes formas de interação humana
  • Participar de associações científicas
  • Dominar conhecimentos básicos de outros idiomas
  • Participar de associações de classe
  • Trabalhar em equipe
  • Compromissar-se social e politicamente
  • Analisar os problemas da realidade brasileira
  • Demonstrar postura ética
  • Demonstrar postura crítica

Está contratando?

Sim, em quase todo o país.

Contratou 168 pessoas mais do que perdeu, e cresceu em 11 das 12 cidades onde há dado.

Contratações
471
Saídas
303
Cidades com dado
12
Cidades onde cresceu 92%

Isto mede contratações e saídas com carteira assinada, não vagas abertas agora. Dados de abril a junho de 2026. Ver o salário por cidade.

Perguntas frequentes

O que faz um professor de ensino superior na área de pesquisa educacional?

Segundo a Classificação Brasileira de Ocupações, um professor de ensino superior na área de pesquisa educacional tem 138 atribuições descritas, distribuídas em 11 áreas de atuação. Em ensinar, articulando o processo de ensino-aprendizagem na formação de profissionais da educação, por exemplo: proporcionar situações de ensino-aprendizagem diversificadas aos alunos; promover situações de ensino-aprendizagem a partir de fontes diversificadas de conhecimento; desenvolver situações de ensino-aprendizagem, com base na heterogeniedade dos alunos; discutir com alunos as diferentes teorias e práticas do campo educacional.

Quanto ganha um professor de ensino superior na área de pesquisa educacional?

A mediana do salário de contratação de professor de ensino superior na área de pesquisa educacional é R$ 1.345 na cidade do meio, considerando 21 contratações em 1 cidades. Valores de admissões formais declaradas ao Ministério do Trabalho (Novo CAGED), abril a junho de 2026.

A profissão de professor de ensino superior na área de pesquisa educacional está contratando?

Sim, em quase todo o país. Contratou 168 pessoas mais do que perdeu, e cresceu em 11 das 12 cidades onde há dado.

De onde vem a descrição da profissão

As atribuições e competências são as registradas na Classificação Brasileira de Ocupações (CBO), do Ministério do Trabalho e Emprego, citadas como constam na fonte. Esta profissão é o código 234515.

A CBO descreve a ocupação de forma geral, para todo o país. O que cada empresa pede numa vaga específica pode ser mais restrito — ou mais amplo — do que está aqui.

De onde vêm estes valores

São os salários que as empresas registraram ao contratar, informados ao Ministério do Trabalho e Emprego entre abril a junho de 2026. Não é pesquisa nem estimativa: é o que consta na carteira de quem foi contratado. Os dados vêm dos microdados do Novo CAGED, publicados pelo governo federal.

O valor em destaque é o do meio: metade das pessoas foi contratada ganhando mais que ele, metade ganhando menos. Preferimos ele à média, porque poucos salários altos puxariam a média para cima e passariam uma ideia errada.

O salário depende da empresa, da experiência e do que o trabalho exige — estes valores servem para você ter uma referência, não para garantir quanto vai receber.