Pesquisador em ciências agronômicas

A Classificação Brasileira de Ocupações descreve 69 atribuições para pesquisador em ciências agronômicas, em 6 áreas de atuação.

CBO 203405
Salário típico
R$ 2.500
horário normal (44h por semana)
Cidades com dado
1
17 contratações
Vagas criadas
+57
cresceu em 6 das 8 cidades
Atribuições
69
em 6 áreas de atuação

Quanto paga

Horário normal (44h por semana)

17 contratações em 1 cidade

R$ 2.500

O valor é o do meio entre as cidades: metade paga mais, metade paga menos. Contratações de abril a junho de 2026.

O que faz um pesquisador em ciências agronômicas

As atribuições abaixo são as que a Classificação Brasileira de Ocupações registra para esta profissão. O que se faz de fato varia com a empresa e com o porte do lugar.

Executar projeto de pesquisa científica e desenvolvimento tecnológico

14
  • Adquirir equipamentos, materiais, insumos e serviços
  • Implantar experimentos e unidades de observação
  • Acompanhar execução de atividades
  • Realizar medições, pesagens, contagens e diagnóstico

Elaborar projetos de pesquisa científica e desenvolvimento tecnológico

11
  • Caracterizar problema de pesquisa
  • Definir equipe de trabalho
  • Revisar bibliografia
  • Formular hipóteses

Planejar pesquisa científica

8
  • Avaliar demandas de mercado e da sociedade
  • Identificar problema de pesquisa
  • Definir linhas de pesquisa
  • Consultar centros de excelência em pesquisa, ensino e extensão, usuários e produtores

Divulgar informações

10
  • Redigir relatórios técnicos e financeiros
  • Redigir artigos de divulgação e publicações técnicas e científicas
  • Conceder entrevistas
  • Apresentar trabalhos em eventos científicos

Capacitar recursos humanos

5
  • Definir linhas de treinamento
  • Treinar técnicos e produtores
  • Orientar estudantes de pós-graduação
  • Orientar bolsistas e estagiários

Prestar serviços, assessoria e consultoria

7
  • Revisar artigos técnicos e científicos
  • Avaliar projetos de pesquisa e desenvolvimento
  • Participar de bancas examinadoras
  • Emitir laudos e pareceres técnicos

Competências que a função pede

Estas a CBO lista para quase toda profissão — não são específicas desta.

  • Expressar liderança
  • Desenvolver expressão oral
  • Demonstrar fluência verbal
  • Desenvolver expressão escrita
  • Trabalhar em equipe
  • Evidenciar criatividade
  • Cultivar curiosidade
  • Desenvolver capacidade de síntese
  • Desenvolver senso crítico
  • Desenvolver concentração
  • Desenvolver raciocínio dedutivo
  • Evidenciar organização
  • Evidenciar persistência
  • Desenvolver raciocínio indutivo

Está contratando?

Sim, na maior parte do país.

Contratou 57 pessoas mais do que perdeu, e cresceu em 6 das 8 cidades onde há dado.

Contratações
230
Saídas
173
Cidades com dado
8
Cidades onde cresceu 75%

Isto mede contratações e saídas com carteira assinada, não vagas abertas agora. Dados de abril a junho de 2026. Ver o salário por cidade.

Perguntas frequentes

O que faz um pesquisador em ciências agronômicas?

Segundo a Classificação Brasileira de Ocupações, um pesquisador em ciências agronômicas tem 69 atribuições descritas, distribuídas em 6 áreas de atuação. Em executar projeto de pesquisa científica e desenvolvimento tecnológico, por exemplo: adquirir equipamentos, materiais, insumos e serviços; implantar experimentos e unidades de observação; acompanhar execução de atividades; realizar medições, pesagens, contagens e diagnóstico.

Quanto ganha um pesquisador em ciências agronômicas?

A mediana do salário de contratação de pesquisador em ciências agronômicas é R$ 2.500 na cidade do meio, considerando 17 contratações em 1 cidades. Valores de admissões formais declaradas ao Ministério do Trabalho (Novo CAGED), abril a junho de 2026.

A profissão de pesquisador em ciências agronômicas está contratando?

Sim, na maior parte do país. Contratou 57 pessoas mais do que perdeu, e cresceu em 6 das 8 cidades onde há dado.

De onde vem a descrição da profissão

As atribuições e competências são as registradas na Classificação Brasileira de Ocupações (CBO), do Ministério do Trabalho e Emprego, citadas como constam na fonte. Esta profissão é o código 203405.

A CBO descreve a ocupação de forma geral, para todo o país. O que cada empresa pede numa vaga específica pode ser mais restrito — ou mais amplo — do que está aqui.

De onde vêm estes valores

São os salários que as empresas registraram ao contratar, informados ao Ministério do Trabalho e Emprego entre abril a junho de 2026. Não é pesquisa nem estimativa: é o que consta na carteira de quem foi contratado. Os dados vêm dos microdados do Novo CAGED, publicados pelo governo federal.

O valor em destaque é o do meio: metade das pessoas foi contratada ganhando mais que ele, metade ganhando menos. Preferimos ele à média, porque poucos salários altos puxariam a média para cima e passariam uma ideia errada.

O salário depende da empresa, da experiência e do que o trabalho exige — estes valores servem para você ter uma referência, não para garantir quanto vai receber.