Especialista em pesquisa operacional
A Classificação Brasileira de Ocupações descreve 56 atribuições para especialista em pesquisa operacional, em 6 áreas de atuação.
- Salário típico
- R$ 3.600
- horário normal (44h por semana)
- Cidades com dado
- 3
- 65 contratações
- Vagas criadas
- +132
- cresceu em 8 das 10 cidades
- Atribuições
- 56
- em 6 áreas de atuação
Quanto paga
Horário normal (44h por semana)
65 contratações em 3 cidades
R$ 3.600
de R$ 3.306 a R$ 5.143
Meio período
59 contratações em 3 cidades
R$ 7.200
de R$ 3.024 a R$ 17.000
Menos horas por semana, então o valor é proporcional à jornada — não se compara direto com o de horário normal.
O valor é o do meio entre as cidades: metade paga mais, metade paga menos. Contratações de abril a junho de 2026.
O que faz um especialista em pesquisa operacional
As atribuições abaixo são as que a Classificação Brasileira de Ocupações registra para esta profissão. O que se faz de fato varia com a empresa e com o porte do lugar.
Elaborar modelos matemáticos e lógicos
12- Identificar problemas e situações de interesse
- Selecionar métodos e técnicas
- Criar métodos
- Descrever modelo em linguagem matemática
Realizar atividades de pesquisa em matemática
8- Demonstrar novos resultados
- Formular conjecturas
- Desenvolver algoritmos
- Identificar lacunas de conhecimento
Transmitir conhecimentos matemáticos
6- Capacitar profissionais
- Ministrar aulas, seminários, palestras etc
- Orientar trabalhos técnicos e científicos
- Preparar material didático
Tratar dados e informações
7- Planejar coleta de dados
- Coletar dados e informações
- Criticar dados
- Processar dados
Desenvolver produtos e sistemas
7- Estabelecer regras e restrições
- Determinar padrões de qualidade
- Desenvolver programas computacionais
- Adaptar produtos e sistemas
Prestar consultoria técnica
5- Emitir laudos e pareceres técnicos
- Aplicar técnicas de apoio às decisões
- Participar de equipes multidisciplinares
- Mensurar riscos
Competências que a função pede
Estas a CBO lista para quase toda profissão — não são específicas desta.
- Adequar linguagem
- Expressar-se por escrito
- Desenvolver comunicação visual
- Trabalhar em equipe
- Expressar-se oralmente
- Demonstrar capacidade de síntese
- Demonstrar raciocínio lógico
- Desenvolver visão sistêmica
- Desenvolver raciocínio abstrato
- Demonstrar disciplina
- Desenvolver criatividade
Está contratando?
Sim, na maior parte do país.
Contratou 132 pessoas mais do que perdeu, e cresceu em 8 das 10 cidades onde há dado.
- Contratações
- 722
- Saídas
- 590
- Cidades com dado
- 10
Isto mede contratações e saídas com carteira assinada, não vagas abertas agora. Dados de abril a junho de 2026. Ver o salário por cidade.
Perguntas frequentes
O que faz um especialista em pesquisa operacional?
Segundo a Classificação Brasileira de Ocupações, um especialista em pesquisa operacional tem 56 atribuições descritas, distribuídas em 6 áreas de atuação. Em elaborar modelos matemáticos e lógicos, por exemplo: identificar problemas e situações de interesse; selecionar métodos e técnicas; criar métodos; descrever modelo em linguagem matemática.
Quanto ganha um especialista em pesquisa operacional?
A mediana do salário de contratação de especialista em pesquisa operacional é R$ 3.600 na cidade do meio, considerando 65 contratações em 3 cidades. Valores de admissões formais declaradas ao Ministério do Trabalho (Novo CAGED), abril a junho de 2026.
A profissão de especialista em pesquisa operacional está contratando?
Sim, na maior parte do país. Contratou 132 pessoas mais do que perdeu, e cresceu em 8 das 10 cidades onde há dado.
De onde vem a descrição da profissão
As atribuições e competências são as registradas na Classificação Brasileira de Ocupações (CBO), do Ministério do Trabalho e Emprego, citadas como constam na fonte. Esta profissão é o código 211110.
A CBO descreve a ocupação de forma geral, para todo o país. O que cada empresa pede numa vaga específica pode ser mais restrito — ou mais amplo — do que está aqui.
De onde vêm estes valores
São os salários que as empresas registraram ao contratar, informados ao Ministério do Trabalho e Emprego entre abril a junho de 2026. Não é pesquisa nem estimativa: é o que consta na carteira de quem foi contratado. Os dados vêm dos microdados do Novo CAGED, publicados pelo governo federal.
O valor em destaque é o do meio: metade das pessoas foi contratada ganhando mais que ele, metade ganhando menos. Preferimos ele à média, porque poucos salários altos puxariam a média para cima e passariam uma ideia errada.
O salário depende da empresa, da experiência e do que o trabalho exige — estes valores servem para você ter uma referência, não para garantir quanto vai receber.