Entregador de publicações
A Classificação Brasileira de Ocupações descreve 29 atribuições para entregador de publicações, em 6 áreas de atuação.
- Salário típico
- R$ 1.969
- horário normal (44h por semana)
- Cidades com dado
- 5
- 125 contratações
- Vagas criadas
- +85
- cresceu em 4 das 9 cidades
- Atribuições
- 29
- em 6 áreas de atuação
Quanto paga
Horário normal (44h por semana)
125 contratações em 5 cidades
R$ 1.969
de R$ 1.632 a R$ 2.138
Meio período
11 contratações em 1 cidade
R$ 2.100
Menos horas por semana, então o valor é proporcional à jornada — não se compara direto com o de horário normal.
O valor é o do meio entre as cidades: metade paga mais, metade paga menos. Contratações de abril a junho de 2026.
O que faz um entregador de publicações
As atribuições abaixo são as que a Classificação Brasileira de Ocupações registra para esta profissão. O que se faz de fato varia com a empresa e com o porte do lugar.
Entregar objetos e publicações
6- Entregar malotes e publicações em horário determinado
- Entregar publicações à assinantes, pontos de venda e pontos de apoio
- Entregar boletos e comunicados
- Verificar preenchimento do protocolo de entrega
Organizar cargas, objetos e publicações
6- Checar lista de entrega (romaneio)
- Encartar jornais
- Embalar publicações
- Etiquetar publicações
Verificar situação de objetos e publicações
3- Reencaminhar objetos e publicações
- Fazer acompanhamento de objetos e publicações reclamados (não entregues)
- Informar sobre endereços incorretos
Prestar contas dos objetos e publicações
6- Retornar objetos e publicações não entregues
- Anotar justificativa de devolução de objetos e publicações
- Recolher encalhe
- Devolver protocolo de entrega de objetos e publicações
Fornecer informações
3- Informar jornaleiro sobre tipo de objetos e publicações entregues
- Repassar à empresa eventuais solicitações dos pontos de venda e assinantes
- Registrar os horários da primeira e última entrega
Conferir cargas (contêineres,malas, caixetas e objetos e publicações)
1- Identificar violação e/ou danificação
Competências que a função pede
Estas a CBO lista para quase toda profissão — não são específicas desta.
- Demonstrar capacidade de contornar situações adversas
- Demonstrar capacidade de cumprir normas e regras
- Demonstrar cordialidade
- Demonstrar interesse às oportunidades de treinamento
Está contratando?
Sim, mas varia muito de cidade para cidade.
Contratou 85 pessoas mais do que perdeu, e cresceu em 4 das 9 cidades onde há dado.
- Contratações
- 617
- Saídas
- 532
- Cidades com dado
- 9
Isto mede contratações e saídas com carteira assinada, não vagas abertas agora. Dados de abril a junho de 2026. Ver o salário por cidade.
Perguntas frequentes
O que faz um entregador de publicações?
Segundo a Classificação Brasileira de Ocupações, um entregador de publicações tem 29 atribuições descritas, distribuídas em 6 áreas de atuação. Em entregar objetos e publicações, por exemplo: entregar malotes e publicações em horário determinado; entregar publicações à assinantes, pontos de venda e pontos de apoio; entregar boletos e comunicados; verificar preenchimento do protocolo de entrega.
Quanto ganha um entregador de publicações?
A mediana do salário de contratação de entregador de publicações é R$ 1.969 na cidade do meio, considerando 125 contratações em 5 cidades. Valores de admissões formais declaradas ao Ministério do Trabalho (Novo CAGED), abril a junho de 2026.
A profissão de entregador de publicações está contratando?
Sim, mas varia muito de cidade para cidade. Contratou 85 pessoas mais do que perdeu, e cresceu em 4 das 9 cidades onde há dado.
De onde vem a descrição da profissão
As atribuições e competências são as registradas na Classificação Brasileira de Ocupações (CBO), do Ministério do Trabalho e Emprego, citadas como constam na fonte. Esta profissão é o código 415215.
A CBO descreve a ocupação de forma geral, para todo o país. O que cada empresa pede numa vaga específica pode ser mais restrito — ou mais amplo — do que está aqui.
De onde vêm estes valores
São os salários que as empresas registraram ao contratar, informados ao Ministério do Trabalho e Emprego entre abril a junho de 2026. Não é pesquisa nem estimativa: é o que consta na carteira de quem foi contratado. Os dados vêm dos microdados do Novo CAGED, publicados pelo governo federal.
O valor em destaque é o do meio: metade das pessoas foi contratada ganhando mais que ele, metade ganhando menos. Preferimos ele à média, porque poucos salários altos puxariam a média para cima e passariam uma ideia errada.
O salário depende da empresa, da experiência e do que o trabalho exige — estes valores servem para você ter uma referência, não para garantir quanto vai receber.