Auxiliar em saúde bucal

A Classificação Brasileira de Ocupações descreve 25 atribuições para auxiliar em saúde bucal, em 6 áreas de atuação.

CBO 322415
Salário típico
R$ 1.773
horário normal (44h por semana)
Cidades com dado
98
2.983 contratações
Vagas criadas
+78
cresceu em 121 das 249 cidades
Atribuições
25
em 6 áreas de atuação

Quanto paga

Horário normal (44h por semana)

2.983 contratações em 98 cidades

R$ 1.773

de R$ 1.621 a R$ 2.424

Meio período

615 contratações em 24 cidades

R$ 1.870

de R$ 1.285 a R$ 2.572

Menos horas por semana, então o valor é proporcional à jornada — não se compara direto com o de horário normal.

O valor é o do meio entre as cidades: metade paga mais, metade paga menos. Contratações de abril a junho de 2026.

O que faz um auxiliar em saúde bucal

As atribuições abaixo são as que a Classificação Brasileira de Ocupações registra para esta profissão. O que se faz de fato varia com a empresa e com o porte do lugar.

Planejar o trabalho técnico-odontológico

3
  • Agendar consultas
  • Agilizar o atendimento odontológico
  • Organizar arquivo e fichário

Prevenir doença bucal

3
  • Ensinar técnicas de higiene bucal
  • Aplicar métodos preventivos para controle da cárie dental
  • Participar de pesquisas de novos materiais e equipamentos

Confeccionar próteses dentárias humanas, animais e artísticas

1
  • Preparar modelos em gesso

Executar procedimentos odontológicos sob supervisão

7
  • Revelar radiografias intra-orais
  • Instrumentar o técnico em higiene dental junto à cadeira operatória
  • Montar radiografias intra-orais
  • Promover isolamento do campo operatório

Administrar pessoal e recursos financeiros e materiais

1
  • Controlar fluxo de caixa

Trabalhar com biosegurança

1
  • Proceder à conservação e à manutenção do equipamento odontológico

Competências que a função pede

Estas a CBO lista para quase toda profissão — não são específicas desta.

  • Preencher fichas clínicas
  • Demonstrar capacidade de delegar
  • Demonstrar coordenação motora fina
  • Demonstrar senso estético
  • Demonstrar capacidade de concentração
  • Demonstrar percepção visual e táctil
  • Demonstrar capacidade de abstrair o resultado
  • Demonstrar capacidade de saber ouvir
  • Demonstrar capacidade de efetuar atendimento humanizado

Está contratando?

Sim, mas varia muito de cidade para cidade.

Contratou 78 pessoas mais do que perdeu, e cresceu em 121 das 249 cidades onde há dado.

Contratações
19.031
Saídas
18.953
Cidades com dado
249
Cidades onde cresceu 49%

Isto mede contratações e saídas com carteira assinada, não vagas abertas agora. Dados de abril a junho de 2026. Ver o salário por cidade.

Perguntas frequentes

O que faz um auxiliar em saúde bucal?

Segundo a Classificação Brasileira de Ocupações, um auxiliar em saúde bucal tem 25 atribuições descritas, distribuídas em 6 áreas de atuação. Em planejar o trabalho técnico-odontológico, por exemplo: agendar consultas; agilizar o atendimento odontológico; organizar arquivo e fichário.

Quanto ganha um auxiliar em saúde bucal?

A mediana do salário de contratação de auxiliar em saúde bucal é R$ 1.773 na cidade do meio, considerando 2.983 contratações em 98 cidades. Valores de admissões formais declaradas ao Ministério do Trabalho (Novo CAGED), abril a junho de 2026.

A profissão de auxiliar em saúde bucal está contratando?

Sim, mas varia muito de cidade para cidade. Contratou 78 pessoas mais do que perdeu, e cresceu em 121 das 249 cidades onde há dado.

De onde vem a descrição da profissão

As atribuições e competências são as registradas na Classificação Brasileira de Ocupações (CBO), do Ministério do Trabalho e Emprego, citadas como constam na fonte. Esta profissão é o código 322415.

A CBO descreve a ocupação de forma geral, para todo o país. O que cada empresa pede numa vaga específica pode ser mais restrito — ou mais amplo — do que está aqui.

De onde vêm estes valores

São os salários que as empresas registraram ao contratar, informados ao Ministério do Trabalho e Emprego entre abril a junho de 2026. Não é pesquisa nem estimativa: é o que consta na carteira de quem foi contratado. Os dados vêm dos microdados do Novo CAGED, publicados pelo governo federal.

O valor em destaque é o do meio: metade das pessoas foi contratada ganhando mais que ele, metade ganhando menos. Preferimos ele à média, porque poucos salários altos puxariam a média para cima e passariam uma ideia errada.

O salário depende da empresa, da experiência e do que o trabalho exige — estes valores servem para você ter uma referência, não para garantir quanto vai receber.